Dr. Yglésio recebeu representantes do Ibedec na Assembleia

Deputado Dr. Yglésio participa de reunião com representantes do Ibedec e discute novo projeto proposto na Assembleia Legislativa.

Representantes do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) realizaram uma visita ao gabinete do deputado estadual Dr. Yglésio nesta quarta-feira (12).

Durante a visita, o vice-presidente do Instituto, Victor Duarte, o consultor jurídico, Carlos Eduardo e a advogada Teresa Nina discutiram sobre os direitos do consumidor e a atuação dos advogados no Maranhão.

Dr.Yglésio foi convidado pelo Instituto para participar da audiência na Vara de Interesses Difusos e Coletivos que será realizada na próxima semana. A audiência de conciliação visa a revisão no aumento das mensalidades no curso de medicina do Uniceuma no ano de 2019.

“O Deputado Yglesio possui atuação destacada na área da saúde e educação, seja pelo conhecimento técnico, seja pela prática profissional. Por consequência, sua participação no processo de aperfeiçoamento do curso de medicina do Ceuma é fundamental, em especial porque se discute os excessos nos reajustes da mensalidade. Nesse contexto, tanto a presença quanto a opinião técnica do Deputado servirá para somar forças com o IBEDEC em prol dos consumidores”, afirmou o vice-presidente Victor Duarte.

Ano passado, o reajuste foi de 6,8% em cima de R$ 8.717,25, subindo o valor para R$ 9.310,01 mensais. O juiz Douglas de Melo Martins concedeu uma liminar em dezembro para que o reajuste seja corrigido no mesmo índice da inflação, de 3,75%.

Cobrar custas na conciliação
Um projeto enviado pelo Poder Judiciário que altera a Lei de Custas e Emolumentos também foi tema da reunião. O Poder Judiciário quer alterar a Lei nº 9.109/2009 e passar a cobrar pela conciliação nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc).

Para o deputado passar a cobrar na conciliação vai desestimular a solução de conflitos. “A conciliação ainda não é realidade no Maranhão, imagina se você começa a cobrar pelos processos na Cejusc. É ruim para as partes do processo e para os advogados. É importante o Ibedec entender o que está sendo proposto aqui na Assembleia Legislativa”, explicou Dr. Yglésio.

Dr. Yglésio acompanha entrega de ambulância em São João dos Patos

O deputado estadual Dr. Yglésio realizou a entrega de uma ambulância nesta quarta-feira (12) para o município de São João dos Patos, a 540 km de São Luís.

A ação articulada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) foi efetivada após o saldo orçamentário garantir que cada parlamentar indicasse uma ambulância para um município. O vereador e pré-candidato a Prefeito em São João dos Patos, Márcio Kizoeira, solicitou o pedido para contribuir com a saúde do município.

Durante a solenidade realizada no Palácio dos Leões, Dr. Yglésio acompanhou a chegada da nova ambulância. “Faço as coisas com muita dedicação, mas sem jamais perder a alegria. Essa entrega de ambulância foi muito especial.”, comemorou Dr. Yglésio.

Oftalmologistas denunciam exercício ilegal da medicina

A Associação Maranhense de Oftalmologia (AMO) denunciou o desvio de função do optometrista e o exercício ilegal da medicina. A associação, presidida pelo médico Dr. Mário Menezes, fez representação no Conselho Regional de Medicina do Maranhão. A mesma denuncia chegou no gabinete do deputado estadual Dr. Yglésio.

Os oftalmologistas dizem, em documento, que o “os profissionais estão exercendo ilegalmente a medicina através de prescrição de óculos e lentes de contato” em endereço na Rua Grande, local com concentração de óticas. Os médicos oftalmologistas pedem a “devida apuração dos fatos dentro das competências legais” do CRM.

Na Tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado estadual Dr. Yglésio utilizou-se do expediente desta segunda-feira (10) para reverberar a denuncia da AMO. Segundo o parlamentar o exercício ilegal da medicina pode causar prejuízos à saúde pública.

“Existe uma série de patologias que o optometrista, que é um profissional técnico e não tem nenhuma condição de determinar aquilo, portanto, gerando possibilidades de prejuízos gravíssimos à saúde da população”, disse o Dr. Yglésio no Plenário da Assembleia Legislativa.

“É muito claro: a prescrição de óculos e lentes de contato é atividade privativa do médico, principalmente do médico oftalmologista, que faz uma residência hoje de três anos no mínimo, além das subespecialidades que pode fazer.”, alertou o parlamentar.

O deputado Dr. Yglésio disse que vai acompanhar o caso pela Comissão de Saúde do parlamento maranhense e que vai combater a atuação indevida da medicina.

Fala do deputado Yglésio sobre caso Equatorial repercute na Assembleia

A fala do deputado Dr. Yglésio sobre a morte da idosa de 92 anos, na cidade de Imperatriz, repercutiu na sessão da última quinta-feira (06). Quem voltou a comentar sobre o caso e citou o parlamentar foi a deputada estadual Dra. Helena Duailibe.

“Quando se faz uma denúncia, tem que ter nome, identidade, não se pode ficar atirando no escuro, e este é o nosso papel, sermos responsáveis e fazermos as coisas realmente com muita coerência”, disse Helena Duailibe em referência ao deputado Dr. Yglésio.

Para a deputada Helena, o parlamentar Yglésio teve uma condução respeitosa ao tratar da questão. “A gente não tem como, como pessoas responsáveis que somos, Dra. Helena, a senhora é médica, de dizer que aquela senhora morreu em decorrência de não ter usado o nebulizador”, disse o deputado durante o Grande Expediente da sessão do dia anterior.

O deputado Dr. Yglésio afirmou que é necessário aguardar o laudo do IML para poder apontar a causa da morte e culpar os responsáveis, entretanto questionou a forma como aconteceu o corte. “Agiu de forma cruel e debochada”, indignou-se.

Yglésio vota pelo aumento do salário do professor no Maranhão

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na manhã da quinta-feira (6), o Projeto de Lei 002/2020, que dispõe sobre o valor do vencimento-base dos servidores públicos estaduais do Subgrupo Magistério da Educação Básica. O deputado estadual Dr. Yglésio votou pela valorização dos professores da rede estadual de ensino.

“A gente atua em defesa da população. E por isso, nós votamos o aumento. Todas as classes de professores tiveram aumento reais, acima da inflação e, óbvio, com a necessidade de olhar o cenário fiscal do Estado e não cometer nenhum tipo de irresponsabilidade”, respondeu o deputado Dr. Yglésio a uma roda de jornalistas.

Na galeria da Assembleia Legislativa do Maranhão houve tentativa de politização do aumento salarial dos professores. Questionado nas redes sociais e no intuito de retirar dúvidas sobre os assuntos, o deputado Dr. Yglésio esclareceu seu voto em um vídeo disponibilizado em suas redes sociais.

“Votei a favor do aumento salarial para professores da rede pública estadual por entender que este projeto é bom para a categoria, apesar de um pequeno grupo motivados por política sindical e inflamados por deputados da oposição acharem que não.”, disse o parlamentar.

Sobre o aumento

De acordo com a Mensagem 003, encaminhada ao Poder Legislativo pelo governador Flávio Dino (PCdoB), o projeto garante a recomposição salarial de até 17,5% nos vencimentos dos professores efetivos do Subgrupo Magistério da Educação Básica, contemplando diretamente 45.204 servidores, entre ativos e inativos, com impacto anual de R$ 198 milhões na folha de pagamento do Estado.

O Projeto de Lei 002/2020 prevê que o novo piso de remuneração para professores, correspondente a 40 horas semanais, no Maranhão, deve passar para R$ 6.358,96. A Mensagem Governamental explica que a recomposição aos professores implica que irá variar entre 5% e 17,49%.

“Cabe destacar que a recomposição dos valores ainda é acrescida de outras vantagens como: titulações e outras gratificações, que colocam o Maranhão com uma das maiores remunerações do Brasil para professores da rede pública”, afirma o governador Flávio Dino, na Mensagem encaminhada à Assembleia Legislativa.

Com a aprovação do projeto, o vencimento-base mínimo dos professores (Professor III) com regime de trabalho de 20 horas semanais, somado à GAM (Gratificação de Atividade do Magistério), será de R$ 3.179,48. Já o vencimento dos professores com regime de trabalho de 40 horas semanais, acrescido da GAM, foi fixado em R$ 6.358,96.

A aplicação dos reajustes às referências na carreira, a partir do novo piso, chegará a R$ 4.046,02 para os docentes que cumprem regime de trabalho de 20 horas semanais e de R$ 8.092,06 para os que cumprem a jornada de 40 horas semanais. Além disso, os professores contratados também passarão a receber o valor do novo piso nacional proporcional à jornada de 20 horas.

“Quanto mais falamos, mais encontramos abusos”, diz deputado Yglésio sobre escolas particulares

Pouco antes do novo ano letivo os pais de alunos das escolas particulares de São Luís foram surpreendidos pelo valor abusivo dos materiais escolares, em especial o livro de inglês que foi apresentado como um ingresso ao estudo bilingue. O que tem chamado atenção, porém, são as novas denúncias.

“Queria voltar aqui para dar boas notícias para pais de alunos de escolas particulares de São Luís, mas cada vez que falamos do assunto ficamos mais perplexos com novas denúncias!”, disse o deputado Dr. Yglésio em novo vídeo sobre o tema nas redes sociais.

O parlamentar relatou que recebeu denúncia de que escolas estão com “profissionais sem formação na área de educação, livros comprados e não entregues, escolas que adotam programas bilingues e vendem como escolas bilingues, taxas para utilizar o iPad na escola, estratégias para vender mais uniformes”.

Em todo o vídeo, o deputado Dr. Yglésio discorre sobre o que tem acontecido nas escolas particulares. O parlamentar disse que o business está sobrepondo o caráter pedagógico das escolas. “As escolas viraram shoppings”, acusou na publicação.

Em duas escolas de São Luís, segundo o parlamentar, a coordenação do programa e ensino bilingue não está a cargo de um profissional da educação. “Algumas escolas possuem professores e até mesmo coordenadores sem formação acadêmica ou sem formação na área de educação”, denunciou.

Mesmo a venda do livro de inglês ser comercializada em separado, os kits de apostilas contêm um livro de inglês. O parlamentar testemunhou que ou as escolas tiram o livro de inglês na hora da entrada (sem dar o devido desconto), ou mesmo, entregam o livro de inglês e justificam ser um “brinde” da escola, já que o livro usado será o do “bilinguismo”.

Diferença entre programa bilingue e ensino bilingue em escolas particulares

Outro ponto esclarecido pelo parlamentar foi a diferença entre o programa bilingue e o ensino bilingue. “Em programas bilingues o foco é na língua, o inglês como segunda língua”, explicou o Dr. Yglésio. “É irresponsável dizer que uma escola que trabalha 45 minutos de inglês diariamente tenha o mesmo efeito de um curso de inglês… a começar pela quantidade de alunos por turma”, provocou ainda.

Já o ensino bilingue tem um trabalho em imersão, ou seja, um ambiente totalmente em segunda língua. Além da disciplina inglês, outras matérias são ensinadas no idioma estrangeiro. “O foco é o EMI (English médium of Instruction) – conteúdos sendo trabalhados em inglês. É uma aprendizagem mais significativa e com muito mais ampliação do vocabulário.”, discorreu.

Para o parlamentar o problema não está no programa bilingue, mas na divulgação deste novo método educacional.

“Não somos contra programas bilingues. Mas escolas tem que diferenciar o que é cada método! Tem muito pais e mães sendo enganados, pensando que seu filho vai terminar o ensino médio fluente em inglês!”, finalizou.