Fala do deputado Yglésio sobre caso Equatorial repercute na Assembleia

A fala do deputado Dr. Yglésio sobre a morte da idosa de 92 anos, na cidade de Imperatriz, repercutiu na sessão da última quinta-feira (06). Quem voltou a comentar sobre o caso e citou o parlamentar foi a deputada estadual Dra. Helena Duailibe.

“Quando se faz uma denúncia, tem que ter nome, identidade, não se pode ficar atirando no escuro, e este é o nosso papel, sermos responsáveis e fazermos as coisas realmente com muita coerência”, disse Helena Duailibe em referência ao deputado Dr. Yglésio.

Para a deputada Helena, o parlamentar Yglésio teve uma condução respeitosa ao tratar da questão. “A gente não tem como, como pessoas responsáveis que somos, Dra. Helena, a senhora é médica, de dizer que aquela senhora morreu em decorrência de não ter usado o nebulizador”, disse o deputado durante o Grande Expediente da sessão do dia anterior.

O deputado Dr. Yglésio afirmou que é necessário aguardar o laudo do IML para poder apontar a causa da morte e culpar os responsáveis, entretanto questionou a forma como aconteceu o corte. “Agiu de forma cruel e debochada”, indignou-se.

Yglésio vota pelo aumento do salário do professor no Maranhão

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na manhã da quinta-feira (6), o Projeto de Lei 002/2020, que dispõe sobre o valor do vencimento-base dos servidores públicos estaduais do Subgrupo Magistério da Educação Básica. O deputado estadual Dr. Yglésio votou pela valorização dos professores da rede estadual de ensino.

“A gente atua em defesa da população. E por isso, nós votamos o aumento. Todas as classes de professores tiveram aumento reais, acima da inflação e, óbvio, com a necessidade de olhar o cenário fiscal do Estado e não cometer nenhum tipo de irresponsabilidade”, respondeu o deputado Dr. Yglésio a uma roda de jornalistas.

Na galeria da Assembleia Legislativa do Maranhão houve tentativa de politização do aumento salarial dos professores. Questionado nas redes sociais e no intuito de retirar dúvidas sobre os assuntos, o deputado Dr. Yglésio esclareceu seu voto em um vídeo disponibilizado em suas redes sociais.

“Votei a favor do aumento salarial para professores da rede pública estadual por entender que este projeto é bom para a categoria, apesar de um pequeno grupo motivados por política sindical e inflamados por deputados da oposição acharem que não.”, disse o parlamentar.

Sobre o aumento

De acordo com a Mensagem 003, encaminhada ao Poder Legislativo pelo governador Flávio Dino (PCdoB), o projeto garante a recomposição salarial de até 17,5% nos vencimentos dos professores efetivos do Subgrupo Magistério da Educação Básica, contemplando diretamente 45.204 servidores, entre ativos e inativos, com impacto anual de R$ 198 milhões na folha de pagamento do Estado.

O Projeto de Lei 002/2020 prevê que o novo piso de remuneração para professores, correspondente a 40 horas semanais, no Maranhão, deve passar para R$ 6.358,96. A Mensagem Governamental explica que a recomposição aos professores implica que irá variar entre 5% e 17,49%.

“Cabe destacar que a recomposição dos valores ainda é acrescida de outras vantagens como: titulações e outras gratificações, que colocam o Maranhão com uma das maiores remunerações do Brasil para professores da rede pública”, afirma o governador Flávio Dino, na Mensagem encaminhada à Assembleia Legislativa.

Com a aprovação do projeto, o vencimento-base mínimo dos professores (Professor III) com regime de trabalho de 20 horas semanais, somado à GAM (Gratificação de Atividade do Magistério), será de R$ 3.179,48. Já o vencimento dos professores com regime de trabalho de 40 horas semanais, acrescido da GAM, foi fixado em R$ 6.358,96.

A aplicação dos reajustes às referências na carreira, a partir do novo piso, chegará a R$ 4.046,02 para os docentes que cumprem regime de trabalho de 20 horas semanais e de R$ 8.092,06 para os que cumprem a jornada de 40 horas semanais. Além disso, os professores contratados também passarão a receber o valor do novo piso nacional proporcional à jornada de 20 horas.

“Quanto mais falamos, mais encontramos abusos”, diz deputado Yglésio sobre escolas particulares

Pouco antes do novo ano letivo os pais de alunos das escolas particulares de São Luís foram surpreendidos pelo valor abusivo dos materiais escolares, em especial o livro de inglês que foi apresentado como um ingresso ao estudo bilingue. O que tem chamado atenção, porém, são as novas denúncias.

“Queria voltar aqui para dar boas notícias para pais de alunos de escolas particulares de São Luís, mas cada vez que falamos do assunto ficamos mais perplexos com novas denúncias!”, disse o deputado Dr. Yglésio em novo vídeo sobre o tema nas redes sociais.

O parlamentar relatou que recebeu denúncia de que escolas estão com “profissionais sem formação na área de educação, livros comprados e não entregues, escolas que adotam programas bilingues e vendem como escolas bilingues, taxas para utilizar o iPad na escola, estratégias para vender mais uniformes”.

Em todo o vídeo, o deputado Dr. Yglésio discorre sobre o que tem acontecido nas escolas particulares. O parlamentar disse que o business está sobrepondo o caráter pedagógico das escolas. “As escolas viraram shoppings”, acusou na publicação.

Em duas escolas de São Luís, segundo o parlamentar, a coordenação do programa e ensino bilingue não está a cargo de um profissional da educação. “Algumas escolas possuem professores e até mesmo coordenadores sem formação acadêmica ou sem formação na área de educação”, denunciou.

Mesmo a venda do livro de inglês ser comercializada em separado, os kits de apostilas contêm um livro de inglês. O parlamentar testemunhou que ou as escolas tiram o livro de inglês na hora da entrada (sem dar o devido desconto), ou mesmo, entregam o livro de inglês e justificam ser um “brinde” da escola, já que o livro usado será o do “bilinguismo”.

Diferença entre programa bilingue e ensino bilingue em escolas particulares

Outro ponto esclarecido pelo parlamentar foi a diferença entre o programa bilingue e o ensino bilingue. “Em programas bilingues o foco é na língua, o inglês como segunda língua”, explicou o Dr. Yglésio. “É irresponsável dizer que uma escola que trabalha 45 minutos de inglês diariamente tenha o mesmo efeito de um curso de inglês… a começar pela quantidade de alunos por turma”, provocou ainda.

Já o ensino bilingue tem um trabalho em imersão, ou seja, um ambiente totalmente em segunda língua. Além da disciplina inglês, outras matérias são ensinadas no idioma estrangeiro. “O foco é o EMI (English médium of Instruction) – conteúdos sendo trabalhados em inglês. É uma aprendizagem mais significativa e com muito mais ampliação do vocabulário.”, discorreu.

Para o parlamentar o problema não está no programa bilingue, mas na divulgação deste novo método educacional.

“Não somos contra programas bilingues. Mas escolas tem que diferenciar o que é cada método! Tem muito pais e mães sendo enganados, pensando que seu filho vai terminar o ensino médio fluente em inglês!”, finalizou.

“Hospital Aldenora Bello já recebeu R$ 2,8 milhões de emendas”, informa Dr. Yglésio

O deputado estadual Dr Yglésio, autor da carta compromisso que garantiu a mobilização de todos os parlamentares de destinar, cada um, R$ 100 mil para o Aldenora Bello, comemorou o pagamento de mais R$ 1,4 milhão para o tratamento de câncer. De um total de R$ 4,2 milhões, já foram pagos R$ 2,8 milhões de emendas dos deputados estaduais.

“Muito feliz por ver estes recursos chegando ao Hospital e garantindo atendimento a estes pacientes. Plantamos essa semente quando propomos a criação da carta-compromisso, que destinou R$ 100 mil em emendas de cada parlamentar, totalizando R$ 4,2 milhões. Novamente, agradeço a sensibilidade de todos os deputados estaduais em contribuir com esta causa!”, agradeceu o parlamentar ao informar o pagamento de mais uma parcela.

A Carta Compromisso surgiu após uma Sessão Especial, realizada em 7 de maio, em homenagem ao Hospital Aldenora Bello. Na época, foi exposto no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão a dificuldade de financiamento da Fundação Antonio Dino, mantedora do hospital. O vice-presidente da Fundação, Antonio Dino Tavares, revelou um déficit anual (à época) de mais de R$ 7 milhões.

Para ajudar a sanar a dificuldade financeira, foi proposto pelo deputado Dr. Yglésio, por meio da carta, um compromisso de cada parlamentar destinar R$ 100 mil de suas emendas para o Hospital Aldenora Bello. A aceitação foi unânime e ficou garantido por parte do Governo do Estado o pagamento de todas as emendas, inclusive dos deputados de oposição.

“O porto é o local mais improvável do coronavírus chegar no Maranhão”, tranquiliza o deputado Dr. Yglésio

A proliferação do novo coronavírus tem colocado em alerta todo o mundo. No Brasil, nenhum caso foi confirmado e seis já foram descartados. A suspeita mais recente descartada, foi de um paciente que chegou a Minas Gerais, de Xangai, na China.

Porém, por São Luís ser uma cidade portuária e ter a presença de muitos navios chineses atracando no Maranhão, a má informação colocou os Portos do Maranhão sob suspeita de ser um local que o coronavírus pode entrar no Brasil, em especial no estado.

O deputado Dr. Yglésio informou que há uma confusão nas informações divulgadas por meio das redes sociais. “Estão misturando porto, água de lastro do navio, China e coronavírus”, iniciou a conversa.

O parlamentar, que é médico, informou que o ciclo da doença é menor que a duração da viagem China / Maranhão e que a possibilidade é remota para alguém chegar com a doença no estado.

“Um dos locais menos propensos da doença chegar no Maranhão é por algum porto da nossa cidade. A viagem da China para o nosso estado dura até 40 dias e o clico da doença é de até 14 dias”, explicou.

O deputado disse ainda que as questões de saúde dos portos passam por um plano de contingência da Anvisa e que protocolos internacionais são seguidos antes de autorizar um desembarque.

“Além da própria Anvisa, há a presença das secretarias de Saúde estadual e municipal, da Marinha do Brasil e Polícia Federal para garantir todos os protocolos de segurança sanitária”, finalizou.

Dr. Yglésio apresenta Estatuto da Pessoa com Deficiência para titular da Sedihpop

Direitos para pessoas com deficiência: essa foi a pauta da reunião entre o deputado estadual Dr. Yglésio e o secretário estadual de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Francisco Gonçalves.

Neste recesso parlamentar, o deputado Dr. Yglésio protocolou o projeto que cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência do Estado do Maranhão.

Nos próximos dias, o deputado participará de reunião com especialistas da Sedihpop para aperfeiçoar o texto inicial do Estatuto. Audiência pública será marcada para discutir o assunto com a sociedade civil organizada.

“O momento é de ampliar a discussão e entender o que pensam as pessoas que abraçam esta causa.”, disse o Dr. Yglésio que completou: “Vamos dialogar com especialistas e sociedade civil para apresentar o melhor texto para o Estatuto da Pessoa com Deficiência”.