Em nova portaria, obesidade entra para grupo de risco

Na portaria nº 38, da Casa Civil, que aprova medidas sanitárias gerais e protocolos específicos segmentados para o exercício de atividade econômica, as pessoas com obesidade foram incorporadas no grupo de risco.

Pelos dados do Ministério da Saúde, a mortalidade dos jovens obesos é mais alta do que os idosos obesos com Covid-19: entre aqueles com menos de 60 anos, é de 57%; os com mais de 60 anos, de 43%.
O deputado estadual Dr. Yglésio (PROS) havia apresentado indicação na Assembleia Legislativa do Maranhão para que as pessoas com obesidade fossem inclusas no grupo de risco.

A portaria estabelece os estabelecimentos que podem abrir a partir do dia 1º de junho. Confira:
– Atividades agrossilvipastoris e agroindustriais;
– Hipermercados, supermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, padarias, quitandas, centros de abastecimento de alimentos e mercados públicos, lojas de conveniência, de água mineral e de alimentos para animais;
– Bancos, casas lotéricas e atividades de seguros;
– Construção civil e lojas para o fornecimento exclusivo de materiais de construção;
– Indústrias
– Serviços de manutenção de energia elétrica, tratamento de água e esgotamento sanitário;
– Serviços da atenção básica de saúde, urgências e emergências;
– Clínicas médicas, odontológicas e de exames da rede privada;
– Serviços de telecomunicação;
– Comunicação e imprensa;
– Serviços de transporte;
– Serviço de correios;
– Serviços de contabilidade e advocacia;
– Farmácias e drogarias;
–Fabricação, montagem e distribuição de materiais clínicos e hospitalares;
– Produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados;
– Distribuidoras de gás;
– Oficinas mecânicas, borracharias e lojas de vendas de peças;
– Restaurantes em pontos ou postos de paradas nas rodovias;
– Serviços relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados, tais como gestão, desenvolvimento, suporte e manutenção de hardware, software, hospedagem e conectividade;
– Serviços funerários e relacionados;
– Serviços educacionais por meio remoto;
– Bares e restaurantes para serviços de venda remota, podendo o produto ser retirado no estabelecimento, mas vedado o consumo no local;
– Serviços de desinsetização;
– Serviços laboratoriais das áreas da saúde;
– Serviços de engenharia;
– Comércio de móveis e variedades para o lar (exceto situados em shoppings e galerias fechadas), livros, papelaria, discos, revistas e floricultura;
– Serviços de fisioterapia, com atendimentos individualizados e com hora marcada;
– Serviços de informática e venda de celulares e eletrônicos;
– Serviços de Administração de imóveis e locações;
– Comércio de óculos em geral;
– Serviços administrativos e de escritório;
– Serviços de formação de condutores;
– Demais serviços prestados por profissionais liberais;
– Hotéis e similares;
– Salões de beleza, cabeleireiro e barbearia.

Indicação de Yglésio sugere protocolo para a abertura de creches no estado

“Seguir medidas de segurança será muito importante nesse momento”, destaca o deputado

Com os efeitos da pandemia na estrutura socioeconômica brasileira — em especial a maranhense –, a questão da “nova normalidade” tem sido bastante discutida por conta da necessidade de ‘casar’ o retorno gradual das atividades ao fato de fazer isso com segurança. Isso, portanto, contribui para evitar uma segunda onda da contaminação de covid-19 no Maranhão.

Por conta disso, foi protocolada recentemente uma indicação de autoria do deputado estadual Dr. Yglésio (PROS), que sugere ao prefeito e secretário de educação de São Luís, além dos secretários da saúde municipal e estadual, um protocolo que pode ser seguido pelas escolas de educação infantil para manter as crianças e demais profissionais longe da contaminação.

De acordo com o texto da medida, o protocolo prevê 4 principais etapas, a saber: 1 – Planejamento de distanciamento dos alunos; 2 – organização do tempo para a devida higienização das salas de aula e outros ambientes de vivência; 3 – organizar o transporte escolar, observando a necessidade do distanciamento e higiene das crianças; e 4 – planejar o formato da escola para melhor receber os alunos neste momento de retorno às atividades.

Além dessas etapas, a medida sugerida também prevê a proteção e higienização dos recursos humanos das instituições, uma vez que eles são os principais responsáveis pela proteção das crianças. Além disso, antes de tudo, deve haver treinamento dos funcionários para desenvolver todas as etapas de proteção visando o melhor funcionamento das medidas de distanciamento e higienização.

“A nova normalidade vai requerer da estrutura da educação uma atenção maior por conta do grande número de alunos que o Maranhão possui, principalmente no ensino infantil. Assim, é importante que as escolas sigam protocolos de segurança para que não tenhamos uma segunda onda de casos da pandemia em nosso Estado”, comentou o autor da indicação, o deputado Yglésio.

O deputado defende que deve haver sim o retorno das atividades, mas isso deve ocorrer de forma segura. Sobre isso, vale ressaltar que, recentemente, sugeriu que templos religiosos fossem reabertos para as atividades, mas, como já citamos, isso deve ocorrer de maneira segura e gradual.

Yglésio sugere que bares e restaurantes utilizem cardápios online na nova normalidade

Indicação aos governos estadual e municipal, secretarias de saúde, bem como aos sindicatos dos bares propõe medida de controle da contaminação da covid-19

A nova normalidade a qual os maranhenses são submetidos irá requerer uma série de medidas a serem adotadas principalmente por aqueles que tenham empresas, independentemente do segmento, como é o caso dos bares e restaurantes — ambientes onde as pessoas se aglomeram para comer.

É importante adotar medidas que diminuam as possibilidades de contaminação nesses ambientes de grande circulação de pessoas. E uma medida tecnologicamente inteligente e um tanto interessante foi sugerida recentemente, por meio de indicação, pelo deputado estadual Dr. Yglésio (PROS), que consiste na utilização de QR-Code pelos bares e restaurantes para que os consumidores tenham acesso aos cardápios, menus e demais materiais relacionados.

“A utilização da tecnologia nesse momento de início da retomada das atividades econômicas é essencial para diminuir a contaminação entre as pessoas e os funcionários desses estabelecimentos, por exemplo”, comentou o deputado, autor da indicação.

A tecnologia pode ser uma grande aliada nessa retomada das atividades, na transição para a nova normalidade, pois aplicativos de transporte, delivery de comida e demais serviços também podem contribuir para que as pessoas precisem sair menos de casa e, assim, evitar uma segunda onda de contaminação da covid-19 em nosso Estado, principalmente em São Luís, que é o epicentro da pandemia no Maranhão.

Protocolos sanitários podem auxiliar reabertura gradual de templos religiosos em São Luís

Tramita na Assembleia Legislativa do Maranhão, o Projeto de Lei Nº 156/2020, de autoria do deputado Dr. Yglésio (PROS), que trata sobre o Plano de Transição para a Nova Normalidade.

Com o início da retomada das atividades econômico-sociais na Ilha de São Luís, o segmento religioso que ficou paralisado por pelo menos 70 dias com a edição do Decreto Nº 35.677 de 2020 tem a possibilidade de planejar o retorno dos cultos e celebrações.

No horizonte divulgado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), até então, não há um indicativo de quando os religiosos terão o lugar de culto liberado para a profissão de fé, com reuniões presenciais. Nesta primeira semana foram liberados os negócios que sejam administrados por um núcleo exclusivamente familiar.

Porém, na Assembleia Legislativa do Maranhão tramita o Projeto de Lei nº 156/2020 em que trata não só da retomada das celebrações religiosas, mas propõe um primeiro passo para que seja feita de forma gradual a retomada de todas as atividades. É o Plano de Transição para a Nova Normalidade. A proposição é de autoria do deputado estadual Dr. Yglésio (PROS).

Yglésio, aliás, foi uma voz no parlamento em que defendeu a suspensão de reuniões presenciais em templos religiosos. Isso ainda no período mais crítico, quando o sistema de saúde estadual ainda não estava preparado para o enfrentamento da COVID-19.

“Com o inevitável retorno das atividades comerciais, é preciso se discutir também o retorno das celebrações religiosas, com cultos e missas. Fui o primeiro a defender a não-realização de celebrações presenciais em razão da pandemia e reconheço que é a hora de planejar o retorno delas.”, disse o parlamentar em seu Twitter.

O deputado disse ainda que o Plano de Transição que tramita na Assembleia Legislativa garante “o retorno dos cultos religiosos, em pequenos templos, para garantir a segurança dos cristãos”. O autor da proposição deixou claro que estes protocolos devem ser adotados, neste momento, na Ilha de São Luís e em pequenos templos com a capacidade recomendada.

A proposta foi bem recebida pela classe evangélica, a exemplo da Assembleia de Deus Vida. O pastor Romualdo Fernandes disse que fechou a igreja durante o decreto estadual e não houve realização de cultos presenciais.

“Somente lives, algumas em casa e outras na própria igreja. Só com o pastor e a equipe de filmagem”, explicou o pastor Romualdo. Para Fernandes, que está há 70 dias sem cultos presenciais, a ausência de fiéis impactou a instituição religiosa.

“Classificamos as atividades religiosas como essenciais não só para a manutenção da fé e comunhão entre os irmãos, mas para amparo e suporte emocional causado pela pandemia. Nesse sentido, acreditamos que já está na hora do retorno, mesmo sendo gradativo e obedecendo exigências”, considerou. Indagado, o religioso disse que há casos depressivos em sua igreja, inclusive entre pastores e líderes.

Sobre o Plano

O Plano de Transição para a Nova Normalidade tem como base o planejamento da Espanha, um dos países que mais sofreu impactos da COVID-19 no mundo. Não há uma perspectiva para que uma vacina seja descoberta em curto prazo e isso tem exigido dos poderes a adoção de medidas restritivas, adotando uma nova normalidade, para que o impacto do vírus seja o menor possível.

O Plano, convertido no Projeto de Lei nº 156/2020, quando trata da religião diz que “A reabertura ao público dos lugares de culto dependerá de que a lotação do ambiente seja de até um terço de sua capacidade em condições normais e que se cumpram as medidas gerais de segurança e higiene estabelecidas pelas autoridades sanitárias.”, além de detalhar de maneira técnica como deve ser adotado os protocolos sanitários.

Porém, o texto também é especifico para quando as autoridades ou mesmo os responsáveis pelo lugar de culto não saibam a capacidade em condições normais. Para locais com espaços com assentos individuais: uma pessoa por assento, devendo respeitar, em todo caso, a distância mínima de um metro entre cada pessoa; para espaços com bancos: a distância aplicada é de um metro entre cada pessoa no banco; e para espaços sem assento: uma pessoa por metro quadrado.

Os protocolos estabelecidos pelas autoridades sanitárias também são destacados neste texto, como o uso obrigatório de máscara e evitar aglomeração em vias públicas para realização de cultos ou eventos religiosos. Além de sempre observar a higienização dos locais antes de cada reunião.

Para o retorno de atividades antes comuns, a sociedade vai ter que estar preparada e disposta a novos hábitos para viver a nova normalidade no tempo pós-pandemia.

Covid-19: Yglésio quer que obesidade seja considerado fator de risco na pandemia

A obesidade é um dos grandes fatores de risco para o agravamento da Covid-19. Estudos na França, Estados Unidos e no Brasil já apontam que a obesidade é um dos grupos de risco na pandemia do novo coronavírus.

Já há uma epidemia de obesidade no país. Pelos dados do Ministério da Saúde, a mortalidade dos jovens obesos é mais alta do que os idosos obesos com Covid-19: entre aqueles com menos de 60 anos, é de 57%; os com mais de 60 anos, de 43%.

Por isso, o deputado estadual Dr. Yglésio (PROS) apresentou uma indicação na Assembleia Legislativa do Maranhão para que as pessoas com obesidade sejam inclusas no grupo de risco para atendimento prioritário nas ações preventivas e tratativas contra a COVID-19 e H1N1 no estado do Maranhão.
A indicação foi encaminhada para o governador do Maranhão e prefeito de São Luís, Flávio Dino (PCdoB) e Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e os secretários municipal e estadual de saúde, Lula Fylho e Carlos Lula, respectivamente.

Retrospecto
No segundo trimestre do ano passado, o deputado estadual Dr. Yglésio protocolou a Proposta de Emenda à Constituição que cria o Fundo Estadual de Combate à Obesidade. O objetivo do fundo é proporcionar recursos financeiros para ações preventivas e curativas da obesidade e comorbidades no Maranhão.

Estes recursos poderão ser aplicados em ações e políticas públicas de vigilância alimentar e nutricional, campanhas de promoção da alimentação saudável, cuidado integral, regulação e controle de alimentos; bem como custeio de serviços de nutrição, nutrologia, endocrinologia, e cirurgia bariátrica.

No mesmo sentido, para promover alimentação saudável, o parlamentar teve lei aprovada para que as escolas públicas e particulares ofereçam alimentos saudáveis, excluindo os alimentos ultraprocessados e açucarados.

Emenda do deputado Yglésio inclui educação infantil na lei dos descontos

Além da inclusão do ensino infantil, o projeto de lei ainda inclui outros pontos na Lei das Mensalidades

Recentemente foi sancionada a Lei Estadual nº 11.259 de 2020 que, por conta pandemia de covid-19 e o consequente fechamento das escolas, prevê que as instituições de ensino privado maranhenses concedam descontos nas mensalidades dos alunos de acordo com a quantidade de alunos que as instituições possuírem: até 200 alunos, 10%; entre 200 e 400 alunos, 20%; e mais de 400 alunos, o desconto será de 30% nas mensalidades.

Mesmo sabendo da existência dessa lei, muitas instituições não chegaram a ceder o desconto aos alunos, dando destaque às escolas de ensino infantil, alegando não estarem explicitamente citadas e inclusas na lei em questão. Essa situação prejudica os pais no sentido de que seus filhos não têm acesso ao desconto mesmo não tendo aulas e demais atividades presencialmente.

Inclusão da educação infantil

Por conta disso, o deputado estadual Dr. Yglésio (PROS), protocolou na Assembleia Legislativa um projeto que edita alguns pontos da Lei das Mensalidades e um deles é exatamente a inclusão das instituições de ensino infantil. Isso porque, como o argumento dessas instituições era a não presença da educação infantil no rol das obrigações, o projeto de lei, caso aprovado, as incluirá na lei das mensalidades.

A inclusão explícita dessas instituições na lei reforça ainda mais o direito aos descontos também aos alunos da educação infantil e, além disso, evita que as escolas tenham atitudes de má fé com os pais dos alunos alegando que não estavam enquadradas nos requisitos obrigatórios da Lei das Mensalidades e, por conta disso, não seriam obrigadas a conceder o desconto.

“Já que as escolas estavam se aproveitando da brecha na lei, tivemos que adicionar ‘educação infantil’ na lei para que as escolas sejam obrigadas a cederem o desconto aos alunos”, explicou o deputado Yglésio.

Descontos retroativos

Além da educação infantil, a emenda do parlamentar ainda destaca que as instituições privadas deverão conceder descontos retroativos aos alunos. Essa obrigação já está presente na lei sancionada, mas o deputado Dr. Yglésio deixou mais cristalino o direito dos pais. Isso significa que, mesmo que a lei tenha sido aprovada durante a pandemia da covid-19, o efeito dela segue a mesma data do decreto do Governo do Estado, isto é, a partir do dia 16 de março de 2020.

Assim, como o decreto do governo estadual foi publicado no mês de março, as mensalidades referentes a este mês deverão conter os descontos previstos em lei, além de serem concedidos nas próximas mensalidades e até o final do ano.

As edições propostas pelo deputado estadual Dr. Yglésio (PROS) são uma maneira de aprimorar ainda mais a Lei das Mensalidades de modo que os todas as partes sejam proporcionalmente assistidas tendo em vista o atual cenário em que vivemos no Maranhão.