Projeto de Yglésio veda exigência de experiência prévia na seleção de estagiários

Tramita na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 316/2021, de autoria do deputado estadual Yglésio Moyses (PROS), que proíbe empresas públicas e privadas de exigir experiência prévia dos candidatos a vagas de estágio em todo o Maranhão. A proibição serve tanto no caso da admissão quanto para critérios de classificação em processos seletivos.

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O estágio é um momento da faculdade em que, logicamente, os estudantes adquirem experiências profissionais para desempenhar suas funções. No entanto, os futuros profissionais vêm passando por situações semelhantes ao que ocorre com quem já está no mercado durante processos seletivos: a exigência de experiência.

Cenário do estágio em números

O Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), em pesquisa realizada com estudantes universitários entre os anos de 2019 e 2020, apontou que 60% dos participantes estavam estagiando, no entanto, 65% deles disseram que houve exigência de experiência prévia por parte dos contratantes – quem não tinha experiência, ficou de fora, o que pode afetá-los depois de receber o diploma.

Ainda segundo a pesquisa, no cenário pós-faculdade, de cada 10 profissionais formados entre 2019 e 2021, 5 estavam sem trabalhar, sendo 28% estando nessa situação há mais de um ano.

Em meio a tudo isso, o projeto do parlamentar deve contribuir para dar mais acessos dos estudantes ao mercado de trabalho, já que o caminho até os postos de trabalho ainda é complicado, apesar dos avanços dos últimos meses.

Multa

O texto prevê, inclusive, aplicação de multa caso haja descumprimento da medida estabelecida. Empresas públicas ou privadas poderão pagar multas entre R$ 1.000 e R$ 3.000, a depender da capacidade instalada de cada organização.

Atualmente, a matéria aguarda parecer da Comissão de Constituição e Justiça para, posteriormente, entrar em votação em Sessão Plenária.

Tutóia: Yglésio e Fernando Amaral articulam implantação de fábrica de bloquetes no município

Como forma de proporcionar uma melhor infraestrutura à população de Tutóia, o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) e o vereador Fernando Amaral (Cidadania) estiveram reunidos com o secretário de Estado de Administração Penitenciária, Murilo Andrade, na manhã desta quinta-feira (01), para discutir sobre a instalação de uma fábrica de bloquetes no município.

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As discussões sobre a construção da fábrica ainda estão nos seus estágios iniciais, necessita de estudos de viabilidade, mas já possui alguns pontos estabelecidos. Toda a mão de obra, desde a produção dos bloquetes até a instalação deles, será desenvolvida pelos internos do sistema prisional. “É uma forma deles (os internos) darem um retorno à sociedade nesse processo de ressocialização”, explicou o deputado Yglésio.

Terreno disponível em Tutóia

Na reunião, o vereador Fernando Amaral destacou que o terreno onde a fábrica poderá ser construída já está disponível e foi doado pela Associação de Moradores de Tutóia. Além da fábrica, também foi apresentada a ideia da construção de um alojamento para os internos do regime semiaberto, futuramente responsáveis pela produção e instalação dos bloquetes.

Apesar de Tutóia fazer parte de um dos principais polos turísticos do país, tendo sua economia movimentada, o município ainda enfrenta problemas de infraestrutura, sendo a falta de recurso como um dos principais obstáculos para avançar. Com a produção de bloquetes, cujo metro quadrado é mais barato que o asfalto, será possível proporcionar ruas bem estruturadas aos tutoienses.

Yglésio assina termo que garante pavimentação de ruas de São João dos Patos

Na tarde desta quarta-feira (30), o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) assinou um termo de cooperação para a pavimentação de ruas do município de São João dos Patos, localizado a 540 km da capital.

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Para a execução das obras, o deputado destinou meio milhão de reais de suas emendas parlamentares. Assim, com esse investimento, cerca de 2,5 km de ruas do município receberão calçamento com bloquetes.

O investimento do deputado Yglésio para o município é fruto de uma parceria com o vice-prefeito do município patoense, Márcio Kizoeira (PROS), e com a vereadora Keyla Kizoeira (PROS).

Deputado Yglésio defende a realização de pesquisa para saber o real percentual de pessoas vacinadas em São Luís

Na tribuna da Assembleia Legislativa, durante sessão remota nesta quarta-feira (30), o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) destacou a necessidade de uma pesquisa de campo para saber o verdadeiro percentual de vacinação na capital São Luís.

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“Eu sugiro tanto ao governo do Estado quando à Prefeitura de São Luís que se conduza uma grande pesquisa de opinião, uma pesquisa de campo, pra saber, de fato, quantos por cento da população se vacinou e quem não se vacinou, quais foram os motivos. Nós precisamos ter um diagnóstico disso!”, afirmou o parlamentar.

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Yglésio destacou que tem sido vendida a ideia de que grande parte da população ludovicense está vacinada. No entanto, segundo ele, muitas pessoas do interior e até de outros estados podem ter sido vacinadas no Maranhão, especialmente em São Luís, e acabam entrando na estatística local.

“Nós tivemos a notícia, na sexta-feira, que mostra que só de Teresina, 10 mil pessoas se vacinaram aqui no Maranhão. quando a gente pega 700 mil pessoas vacinadas com a primeira dose aqui em São Luís, eu tenho certeza absoluta (de) que mais de 10% dessas doses foram pessoas do interior que vieram pra cá”, destacou.

O parlamentar teme que, com essa informação sendo veiculada nos meios de comunicação, a população poderá deixar de tomar os cuidados contra a covid-19, ficando ainda mais exposta.

“A gente não pode passar a falsa impressão de que a nossa população, 80% adulta, está vacinada. Se a gente começar a vender isso como verdade, estaremos incorrendo a uma falsa verdade que vai nos fazer baixar a guarda para a doença. Nós temos que ter um dado objetivo e dado objetivo só se com segue com pesquisa”, afirmou.

Covid-19: Yglésio denuncia falta de transparência na aplicação de recurso em Paço do Lumiar

Na manhã de hoje (30), na Assembleia Legislativa, o deputado Yglésio (PROS) denunciou a falta de transparência na aplicação do recurso federal recebido pela prefeitura de Paço do Lumiar, referente ao combate à covid-19. Segundo o deputado, não consta no Ministério da Saúde como os mais de R$ 5 milhões recebidos pela gestão Paula Azevedo (PC do B) foram gastos em sua totalidade.

covid-19

Recurso da covid-19

O deputado também destacou que, dos mais de R$ 2 milhões declarados ao Tribunal de Contas do Estado, em relação à compra de medicamentos, a prefeitura luminense gastou oito vezes mais com sanitização de ruas.

“De todo esse recurso declarado ao TCE, foram gastos apenas R$ 200 mil com a compra de medicamentos e insumos e gastaram quase R$ 2 milhões com limpeza e lavagem de rua que não tem efeito prático nenhum em relação à covid-19. Se gasta oito vezes mais pra lavar rua do que pra comprar medicamento pra população”, afirmou o parlamentar.

Na última sexta-feira (25), a Câmara Municipal de Paço do Lumiar recebeu a atual secretária de Saúde, Danielle Pereira, para prestar explicações sobre as deficiências na saúde do município, no entanto, dos 15 vereadores da Casa, apenas 3 fizeram questionamentos e solicitaram informações: os vereadores Ana Lúcia (PSD), Miércio e Fernando Feitosa, ambos do AVANTE.

Participação de secretários

No mesmo dia, o deputado representou a Prefeitura de Paço do Lumiar no Ministério Público solicitando investigação da participação do secretariado lumiense. Suspeita-se de que foram ‘liberados’ pela prefeita Paula Azevedo (PC do B) para montar base de apoio à Danielle Pereira, secretária de Saúde, que seria alvo de questionamentos.

Paço do Lumiar: Deputado Yglésio solicita investigação contra ‘liberação’ de servidores

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) entrou com uma representação a em desfavor da prefeita Paula Azevedo (PC do B), após sessão plenária na Câmara Municipal de Paço do Lumiar. Foco da representação, suspeitas apontam para o fato de que a prefeita do município teria ‘liberado’ secretários e outros servidores públicos para construir uma base de apoio à secretária de Saúde Danielle Pereira. Parlamantar quer investigação do caso.

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Os servidores presentes “deveriam estar trabalhando, em afronta direta ao disposto na Lei Municipal nº 180/1993”, destaca um trecho do documento.

Secretária de saúde

A chefe da Saúde luminense foi convocada pelo legislativo local para prestar esclarecimentos em relação à aplicação do recurso federal destinados ao combate da covid-19, o SAMU que se encontra desativado, além de outros contratos entre o município de Paço do Lumiar e empresas.

No documento, o parlamentar destaca que o alvo da investigação é a liberação dos secretários de suas funções administrativas, sem citar servidores públicos de outras áreas que, por algum motivo, também estavam presentes. Caso não conste liberação por parte da prefeita, o parlamentar pede que sejam aplicadas sanções administrativas aos agentes públicos citados.