O bilinguismo matou Guguzinho

Gugu é um grande sujeito. Trinta e poucos anos, trabalhador, amigo e leal. Acorda todos os dias cedo e trabalha cerca de 12 horas por dia. Se preciso for, aos sábados e domingos ele está pronto para a luta. Esta semana, Gugu acompanhou perplexo a polêmica do aumento das escolas em São Luís. Estava cogitando ter um filho com sua esposa, mas ficou preocupado. Conversamos por um bom tempo sobre escolas. Fui sincero, como sempre, não é fácil hoje em dia criar um filho. A responsabilidade de ser pai ou mãe chega a aterrorizar alguns. Insegurança, mudanças comportamentais da sociedade, custos diários, dificuldade de bons empregos, deterioração da qualidade de vida, tudo isso tem dificultado os casais mais jovens a constituírem famílias com filhos, sejam adotivos ou biológicos.

Sou da geração Y, conhecida também como geração dos millenials, essa turma que acompanhou a revolução digital em cada etapa, do vinil à nuvem musical. É uma geração que sonhou muito e realizou bem menos do que poderia. Essa geração foi a primeira que entrou em contato com o ensino da língua inglesa nas escolas. Algumas davam a opção de estudar inglês ou o espanhol, mas quer saber a verdade? Ninguém conseguia aprender língua estrangeira fluente na escola, por mais cara que fosse. Colocaram como quase uma obrigação para o sucesso o ensino da língua inglesa. Eu comecei pequeno num curso específico, o ICBEU, quando ainda era na rua do Sol, depois migrou para a Rua Montanha-Russa. Terminei o curso com uns 15 anos, inegável dizer que uma língua estrangeira aumenta o seu potencial de aprendizado, mas me pergunto aqui de maneira comparativa, se todo mundo que fez curso de inglês e que conseguiu fluência obtiveram sucesso no mercado de trabalho? A resposta mais óbvia é não.

A educação no Maranhão vem passando por transformações graduais, mas simbolicamente interessantes. Mudanças de grades curriculares, ensino de inovação, robótica e imersão em Internet. Nossos alunos estão cada vez mais digitais, mas as escolas não têm, apesar do crescimento galopante de preços de suas mensalidades e taxas diversas, crescido no ranking comparativo com as demais escolas de ponta do Nordeste. Bem aí na nossa vizinha Teresina, temos escolas com resultados muito superiores, inclusive no ranking do ENEM. Sempre tive a ideia de que a filosofia da escola e a própria cultura de estudo dos alunos têm uma ligação com os costumes da região. Experiências interessantes temos em Sobral, em Teresina, em Fortaleza, com escolas sempre posicionadas entre as melhores do país. A impressão que fica é que nossas escolas são mais caras e menos efetivas na função de preparar os seus alunos.

A bola da vez é a educação bilíngue. Como por passe de mágica, as escolas querem vender a ideia de que as crianças irão falar inglês com alta qualidade a partir dessa nova concepção pedagógica. Como uma criança da oitava série, por exemplo, será subitamente imersa numa metodologia que não foi preparada nos anos anteriores? Outro dado importante: o ensino de alta qualidade da língua inglesa demanda turmas pequenas, com poucos alunos. É indiscutível que quanto menores as salas, maior o contato dos professores e a interação entre os alunos, fortalecendo o ensino do idioma estrangeiro. Destaque deve ser dado ao elevado preço dos materiais. Livros de inglês com custos chegando a 1500 reais assustam até os pais mais abastados, porque ninguém está convencido que a qualidade desse ensino bilíngue vai dispensar um curso exclusivo a quem quer ter fluência no idioma. Como deputado e pai, tenho lutado com outros pais e mães, buscando na parceria com o PROCON o caminho para enfrentarmos os abusos das escolas nesta relação, que vão além do bilinguismo. Não podemos esquecer da venda casada de materiais e dos reajustes excessivos e injustificados.

Voltando à minha conversa com Gugu, ele sentou comigo ontem por alguns minutos e começou a fazer as contas. Viu quanto ganhava, lembrou da parcela do apartamento, do custo do condomínio, da conta de energia, do preço do gás, da subida da carne, da prestação do automóvel, do custo da gasolina, do IPVA, do IPTU, do Imposto de Renda, do preço do supermercado, da necessidade de uma previdência privada, do boleto do plano de saúde, de uma reserva pra viajar e não surtar com tanta conta, lembrou do preço do bilinguismo e chegou à conclusão de que ainda não era hora de Guguzinho vir ao mundo.

Donos de escolas ficam revoltados com denúncia do Dr. Yglésio

Repercutiu o vídeo que o deputado Dr. Yglésio gravou para falar sobre supostos abusos praticados por escolas particulares de São Luís. No vídeo publicado ontem (14) nas redes sociais do parlamentar, Yglésio listou os abusos das escolas, especialmente no que se refere à lista de materiais solicitados pelas escolas.

O vídeo circulou no WhatsApp até chegar no grupo dos donos e diretores de escolas privadas em São Luís. Uma diretora chegou a dizer que o deputado Dr. Yglésio estava tolhendo o “direito de propriedade pedagógica” das escolas. “Vender livro não é propriedade pedagógica, principalmente quando o livro é de uma outra editora e uma instituição de ensino como é o caso da Ari de Sá”, rebateu em um novo vídeo.

O deputado Dr. Yglésio adiantou que vai se reunir nesta quinta-feira (16) com Adaltina Queiroga, presidente do Procon.
Segue o vídeo:

Dr. Yglésio segue acompanhando caso de acidente no Jaracati

Na madrugada do último sábado (11) um motorista perdeu o controle do carro e caiu por cima de casas construídas no bairro do Jaracati, a beira da Ponte Bandeira Tribuzzi. O deputado Dr. Yglésio esteve no último sábado e retornou ao local nesta segunda (13) com a Defensoria Pública, representada pelo subdefensor público-geral Gabriel Furtado, para assegurar os direitos das vítimas deste acidente, além de garantir moradia digna para as famílias que estão na encosta da Ponte.

Testemunhas apontam que o motorista apresentava sinais de embriaguez. Este não é primeiro caso. Outro acidente aconteceu na mesma região, só que do outro lado da avenida. Em setembro, um motorista provocou um acidente que vitimou cinco pessoas, duas estavam no carro junto com o motorista, enquanto as demais estavam na porta de casa.

Os problemas para estes casos recorrentes vão da imprudência do motorista, da segurança da via, além da falta de política eficaz de moradias seguras. Neste primeiro momento para assegurar os direitos das vítimas, o deputado estadual Dr. Yglésio está mediando junto com a Defensoria Pública do Maranhão um acordo de danos materiais entre o motorista que causou o acidente a família afetada.

Para o defensor Gabriel Furtado, esta etapa de danos materiais pode correr ser resolvido mais rápido se houver entendimento entre as partes. Paralelo a isso, é importante também garantir a segurança de todos os moradores daquela região, da mesma forma que foi feito no local do acidente de setembro de 2019.

E um terceiro ponto também precisa ser resolvido. É questão da qualidade da moradia destas pessoas em um futuro endereço. Muitos destes moradores já foram contemplados em programas do Minha Casa, Minha Vida, mas por diversos fatores não fazem a mudança, como por exemplo a presença de escola para seus filhos, transporte público e distância do trabalho. Para isso, também será intermediado para que seja assegurado que o novo endereço tenha as garantidas de qualidade na moradia. A família atingida, por exemplo, tem uma casa no Residencial Morada do Sol, no Maracanã, mas pelos motivos citados anteriormente relutam em não sair do atual endereço.

Deputado Dr. Yglésio emite nota sobre atentados contra agentes penitenciários

Membro da Comissão de Segurança Pública de Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado estadual Dr. Yglésio se posicionou sobre a onda de ataques à agentes penitenciários. Hoje, 03 de janeiro, o auxiliar Penitenciário Carlos Augusto foi assassinado em frente ao Banco do Brasil da Cohab. Há um mês, em 02 de dezembro, Anderson Bernardes havia sofrido uma tentativa de homicídio ao sair de casa, na Vila Verde. E ainda na semana passada, 29 de dezembro, o auxiliar Antônio Magno foi assassinado na porta de sua residência.

Em nota distribuída à imprensa, o deputado disse que as duas mortes e uma tentativa de homicídio “são um atentado à Segurança Pública do nosso Estado e a todos os cidadãos maranhenses”.

Confira a nota na íntegra

O deputado estadual Dr. Yglésio, membro da Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa, externa seu pesar aos amigos e familiares do Auxiliar Penitenciário Carlos Augusto, assassinado hoje, dia 03, em frente ao Banco do Brasil na Cohab. Há um mês, no dia 02 de dezembro o agente penitenciário Anderson Bernardes sofreu uma tentativa de homicídio quando saia de casa no bairro Vila Verde. Ele foi abordado por dois homens em uma motocicleta. Na semana passada, dia 29, o Auxiliar Antônio Magno foi assassinado na porta de sua residência. As mortes e a tentativa de homicídio destes profissionais são um atentado à Segurança Pública do nosso Estado e a todos os cidadãos maranhenses. Neste momento de dor nos solidarizamos com os familiares e amigos, e solicitamos as autoridades competentes, as providências necessárias que o caso requer, especialmente uma rápida e eficiente investigação para que os responsáveis pelo crime bárbaro sejam punidos, tendo em vista o sistemático ataque a vida dos profissionais de segurança pública do Maranhão.

Em 2020, venceremos!

Dr. Yglésio

Médico, professor universitário e deputado estadual

Desde os dois anos e meio de idade, comecei a estudar na escola e de lá nunca mais parei de ter como meta o aprimoramento intelectual. Por conta da fragilidade financeira da minha família naquela época e extremamente pautado pelos estímulos maternos de estar sempre em destaque, creio que me tornei uma pessoa com raízes muito competitivas. Rankings escolares, aprovações em primeiro lugar em vestibulares, sucesso em mais de vinte concursos públicos, doutorado antes dos 30 anos, alcançar esses resultados era o que fazia sentido na minha vida até alguns anos atrás. Fato é que ano que vem completarei 40 anos de idade. A considerar a expectativa de vida de um brasileiro de classe média, posso dizer que avanço para a segunda metade da vida. Feliz por tudo que Deus me oportunizou e extremamente grato pelo resultado das coisas em minha vida, assim sigo adiante.

Carl Jung, pai da Psicologia Analítica, costumava dizer que um homem vive até os 40 anos uma interação com a realidade completamente diferente daquela que viverá após os 40. É grande a possibilidade de ocorrer uma mudança de comportamento ou da forma que um ser humano experimentará a percepção da realidade. Esse processo complexo foi descrito por Jung pelo termo metanoia. Comportamentos extremamente extrovertidos podem migrar para uma introversão completa e o contrário também é verdadeiro. Se pudesse resumir toda essa discussão numa única pergunta com cunho autobiográfico, ela provavelmente seria: o que mudou na minha forma de ver a minha vida? Aí, provavelmente responderia:-eu aprendi a perder. É justamente aí o ponto de virada na minha estrutura emocional. Só um homem que consegue aceitar de maneira resignada uma derrota e aprender com ela está preparado para chegar à vitória e transformá-la em um poderoso ativo de transformação da realidade.

A política é capaz de transformar vidas, de alcançar gente que antes seria “invisível”. De certa forma, eu experimento essa sensação há quase duas décadas na Medicina, mas devo admitir que vivia isso de uma maneira mais restrita, já que a política oportuniza transformação de vidas em série e, diante disso, afirmo que a sensação de ser agente da mudança dentro de um sistema tão violento quanto o nosso sistema político é indescritível. A alegria que sinto por estar deputado é indizível. Ao ano de 2019 e ao Povo do meu Estado, sem ressalvas, só tenho a agradecer.

Sempre fui altamente disciplinado nas minhas missões e neste ano consegui concluir o ano sem faltas na Assembleia Legislativa, ficando, portanto, no primeiro lugar do ranking de assiduidade. Ficamos também com o primeiro lugar no ranking de produtividade legislativa da Casa do Povo, com mais de 540 proposições, entre: indicações, moções, projetos de lei, projetos de resolução legislativa, projetos de lei complementar, propostas de emendas à Constituição Estadual (PEC) e emendas a projetos de outrem. Não apenas tivemos preocupação com números, colocamos a qualidade das proposições como requisito chave, o que nos fez aprovar boa quantidade de projetos, inclusive com promulgação da emenda constitucional que legitimou a Iniciativa Popular para propositura de PEC’s; sem dúvidas, um grande avanço na vivência democrática e participação popular no Estado. Não poderia falar do trabalho e deixar de enumerar a quantidade de relatorias (ao todo foram 90), distribuídas entre a Comissão de Constituição e Justiça e a Comissão de Saúde.

No tocante à cidade de São Luís e seu papel metropolitano, discutimo-la ativamente na ALEMA e promovemos audiências públicas sobre metropolização, abastecimento de água e realizamos, com inegável ineditismo, o 1º Fórum Maranhense de Mobilidade Urbana, para discutir a problemática de transporte e mobilidade em nossa cidade. Fizemos a indicação do projeto “Beira-Mar de todos” e realizamos também a audiência pública, visando ampliar a ocupação do Centro aos domingos, por acreditar que o estímulo ao sentimento de pertencimento é o melhor caminho para resgatar nossa memória cultural e preservar o nosso patrimônio histórico. Como ludovicense nato e apaixonado por esta cidade, tenho certeza que há muito ainda a caminhar, mas há convicção que primeiros passos firmes foram dados.

O final de todo ano costuma deixar no ar um clima de nostalgia- não para mim! Posso resumir este ano em 3 palavras:  trabalho, gratidão e amor. Ao final do nosso primeiro ano de mandato, jamais me poderia permitir qualquer sentimento de melancolia e muito menos achar que é o fim, ao contrário, sinto-me completamente eletrificado e renovado! Que venha o próximo ano não como um começo, mas sim como a continuidade dessa jornada de luta, esperança e fé! Desafios pela frente haverá sempre! Venceremos alguns muitos, perderemos alguns (poucos, espero), mas o coração está pronto pra manter a ternura e a mente segue focada para desenvolver o melhor trabalho possível.  Na Assembleia Legislativa, seguiremos firmes por um Maranhão cada vez melhor para se viver, apresentando projetos que realmente possam fazer diferença na vida das pessoas. Legislar por um Maranhão justo e que consiga de fato enxergar os invisíveis. Mais do que legislar, representar estes invisíveis!  Caro 2019, adiós amigo !Gracias! “Hasta la victoria siempre!”

Até 2020! Venceremos!

Até quando Podemos esconder os aliados?

Foto: Google Imagens

Mesmo com o fim do ano, as articulações políticas seguem em franca ebulição. Em um canto da disputa, Eduardo Braide, ainda ostentando a pecha de pretenso favorito na eleição, tentando vencer a si mesmo ao ver-se obrigado a fazer o que nunca conseguiu: dialogar com a classe política, mas tropeçando a olhos vistos ao prometer o mesmo a vários partidos de peso. Iniciou o debate de vice-prefeito contando com o desejo do PL, mas por insegurança sua quanto a uma coligação com o cada vez mais influente deputado Josimar de Maranhãozinho, vai tentar convencer este de que não é bom associarem-se diretamente e jogará a falsa promessa de apoiá-lo a governador em 2022. Ora, quem não tem coragem de ostentar o apoio de um partido altamente estratégico como o PL numa chapa de vice, terá coragem de apoiar o presidente do mesmo partido a governador em 2022?

Outro que parece estar se deixando enganar é o Senador Roberto Rocha. Com um partido tradicionalmente competitivo como o PSDB tendo um pré-candidato que pontua bem nas pesquisas, o deputado Wellington do Curso, mesmo assim Roberto, político experiente, tem sido seduzido pela voz suave e fina de Braide, que também lhe promete participação numa eventual gestão municipal de coalizão partidária. Dizem que Rocha gostaria de emplacar alguém de sua família na vaga de vice. Não custa nada lembrar que no PSDB, também desembarcou a família Murad. Eduardo, conhecido por ser escabriado com apoios políticos, vai ter a coragem de levantar as mãos junto com Ricardo e fazer as fotos para logo depois ser queimado e “multitriturado” pela máquina de vencer eleições situada ali no bairro do Monte Castelo? 

Ainda há conversas com o PSC de Aluísio Mendes, que mesmo tendo “tomado um balão” e sido expulso do Podemos por conta de Braide, por algum motivo que só Freud pode explicar e por não ter para onde ir na eleição municipal, deve aderir de maneira automática ao ex-É33, agora É19. Ao que consta, também se iniciou uma conversa com o PSD do deputado Edilázio, político conhecido por ser extremamente correto no cumprimento de acordos. Agora, o último ato que Braide terá que cumprir antes de sagrar-se prefeito, obviamente o mais difícil, é combinar com o povo, a quem em 2016 conseguiu enganar (pelo menos 46% do eleitorado), quando se colocou como algo novo na política, mesmo não sendo nada de novo no Reino da Dinamarca, mas fato é que teve quase 250.000 votos e bateu na trave. Como diria um amigo mais experiente, cabe lembrar que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Como o deputado Braide vai se reapresentar para a população? Como sendo o “anti-político”, mais uma vez? Mas como fazê-lo, se no barco que comandará, a tripulação estará cheia de políticos tradicionais? Meu palpite é que esta contradição tem tirado seu sono e a de seus consultores e que seu silêncio sepulcral a respeito do tema nada mais é do que representativo da absoluta falta de resposta para estas perguntas.

É importante ressaltar que estamos tratando das várias narrativas que vêm sendo construídas em cima de um pré-candidato e é bom que se diga em alto e bom som que a política não deve ser demonizada. Em conversa com qualquer político tarimbado, a mensagem que escutamos é que “não se rejeita apoio político”. Um bom exemplo dessa máxima é o governador Flávio Dino, que em 2008, quando disputou a prefeitura de São Luís, contou com o apoio somente do PT, além do seu PC do B. Já na sua reeleição ao governo, Flávio contou com a adesão de 16 partidos. E ninguém questionava as cores partidárias avizinhadas com o governador, sabe por quê? Porque a população confiava em seu projeto de governo e havia um claro entendimento desse projeto para o Maranhão dentro de uma campanha majoritária. Já o pré-candidato do Podemos sabe que ainda não tem uma plataforma consolidada de cidade. Deu sorte em 2016 ao enfrentar um pool de candidatos que não se prepararam para discutir São Luís e terminou chegando ao segundo turno. Hoje, sobrevive desse recall e de um discurso vazio, onde critica governo e prefeitura. Duas certezas que tenho na vida: que dia 1º de janeiro será 2020 e também mais um ano em que Braide será derrotado na disputa pela Prefeitura de São Luís. Temos motivos para celebrar! Em 2020, falarei sobre a articulação do outro canto da disputa, o nosso campo governista. Boas festas!