Yglésio solicita a pavimentação da MA – 342 ao Estado

Por meio de indicação enviada ao Governo do Estado e à Secretaria Estadual de Infraestrutura, o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) solicitou a inclusão da MA – 342 no cronograma de pavimentação asfáltica da rodovia.

Ao longo da rodovia, que liga os municípios de Igarapé do Meio e Monção, no interior do Estado, é possível identificar trechos coma presença de buracos e a completa falta de camada asfáltica, dificultando a passagem de veículos leves e pesados entre os dois municípios.

O deputado destacou que o asfaltamento da via deve agilizar o trânsito, facilitando a vida das pessoas que dependem dela.

“A MA – 342 é a principal forma de as pessoas transitarem dentre os municípios de Monção e Igarapé do Meio, principalmente para o primeiro, até porque é a principal forma de sair daquele município. A rodovia, hoje, está em estado degradante, o que afeta a vida de quem precisa transitar por ela. Fizemos a solicitação ao Governo do Estado pra que essa realidade seja modificada e que as pessoas não tenham mais que passar por esse tipo de situação”, disse o deputado.

A situação da rodovia tem sido piorada em decorrência do período de chuvas, o que também deve dificultar ações mais efetivas para melhorar o estado da MA – 342.

Yglésio defende que haja ações em conjunto para a redução no preço dos combustíveis

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS), ao tratar sobre ICMS hoje (23), durante discurso na Assembleia Legislativa, disse que a redução do ICMS, sozinha, não seria capaz de diminuir o valor do combustível no Estado, pois “um simples aumento da Petrobras seria capaz de cobrir isso. É necessário um conjunto de ações para a redução do preço do combustível”, destacou.

Além disso, o custo de vida das pessoas também não reduziria, isso porque, com a elevação nos valores da gasolina, outras frentes seguem o mesmo caminho, a exemplo da tarifa do ônibus que, inclusive, as autoridades já sinalizaram a possibilidade do aumento em R$ 0,30, a questão dos alimentos e tantos outros.

Yglésio defende que o ICMS, sozinho, não é o vilão da história toda. O problema, segundo ele, está na política de preços praticadas pela Petrobras, que mesmo com todo o processo feito no Brasil, segue o que é praticado internacionalmente, na falta de reforma tributária e em toda uma cadeia que incide sobre a tributação dos combustíveis.

A responsabilidade não é só do Estado, segundo Yglésio. “O Bolsonaro criou uma narrativa de que, zerando o imposto federal, que é menor, ele vai jogar a culpa para os governadores. O governador tem responsabilidade sobre o ICMS sim, mas a gente não pode culpar o lado oposto ao que a gente milita”, destacou.

Com uma das soluções para a redução dos preços, segundo o deputado, seria a aplicação de uma política de subsídio no valor dos combustíveis. “O melhor estímulo que, hoje, o governo federal pode dar à economia não é apenas o Auxílio Emergencial; é reservar alguns bilhões para subsidiar o combustível, pra que haja uma redução”, disse.

Como destacamos, para o deputado, é preciso haver ações conjuntas para que seja resolvida a situação, pois como disse, apenas a redução do ICMS não seria capaz de reduzir significativamente o valor do combustível. Além disso, a máquina pública perderia verba para o custeio de áreas como o Fundo Maranhense de Combate à Pobreza, importante para ações voltadas às famílias mais carentes no Estado.

Deputado Yglésio defende a suspensão das aulas no Estado

Durante pronunciamento realizado na manhã de hoje (23), na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Yglésio Moyses (23) defendeu que sejam suspensas as aulas por duas semanas. A fala do deputado foi motivada pela atual situação de coincidência entre a baixa testagem de pacientes com suspeitas de covid-19 e o período de chuvas, levando em consideração os riscos que esse cenário pode trazer à saúde dos estudantes.

“Há a necessidade de suspensão das aulas, temporariamente, por quinze dias, as aulas nas escolas. Olha a situação das chuvas! Imagina a quantidade de doença respiratória que isso tem gerado e o nível de transmissão que tem sido levado às pessoas, dentro de casa”, pontuou o deputado.

Conforme destacou o deputado, os jovens têm sido os principais vetores da doença. Com o retorno às aulas, aliado às aglomerações que ocorrem diariamente no transporte coletivo de São Luís, a situação do Estado, em especial a capital, tende a piorar com o passar dos dias.

Yglésio ainda disse que as principais universidades da capital estão sem prestar aulas de qualidade desde o início da pandemia, principalmente em relação aos cursos da saúde.

Sem testagem no Estado

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), o número de casos diários da covid-19, no Maranhão, segue em estabilidade desde outubro de 2020, sem picos expressivos. No entanto, como também destacou o parlamentar, o Estado não está realizando testagens.

“Nós (Estado e municípios) reduzimos, absurdamente, o número de testagens. Houve um verdadeiro derrame de dinheiro nessas Prefeituras para a criação de uma estrutura pra tratar de covid, mas acreditem: os testes acabaram! Não tem prefeitura testando”, disse o deputado. “Quando você vê os dados do governo, no boletim da SES, um “pouquinho” de casos, é porque não tá mais testando!”, concluiu.

Deputado Yglésio ressalta importância de medidas para conter COVID em transportes públicos

Em publicação feita em suas redes sociais, nesta quinta-feira (18), o deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) voltou a exigir à Prefeitura de São Luís e ao Governo do Estado que se adotem medidas eficazes para o combate ao novo coronavírus não apenas em festas, mas também em transportes públicos – principalmente em horários de pico.

No final de janeiro, o parlamentar já havia feito uma indicação na Assembleia Legislativa a respeito do contágio nos transportes públicos, mas voltou a falar da importância das medidas após receber uma denúncia. Em vídeo, um cidadão mostra um ônibus lotado, da rota Calhau-Litorânea.

“A gente precisa fazer uma reestruturação urgente, isso não é brincadeira. Não adianta a gente fechar festa e a coisa ficar desse jeito, cheio de pessoas dentro de um coletivo. O efeito de transmissão disso aí é exatamente o mesmo”, afirmou o deputado em sua postagem. “Ou a gente faz o enfrentamento adequado da situação, e isso pressupõe em todos os setores as medidas serem cumpridas, ou a gente vai ficar enxugando gelo”, concluiu.

Há algum tempo, o parlamentar vem trazendo o assunto à tona. Logo após a decisão do juiz Douglas Martins de proibir shows durante as festividades do carnaval com o intuito de evitar aglomerações, Yglésio afirmou, em entrevista à TV Mirante, que “quem está afetado [pela decisão] tem o direito de ficar chateado”.

O deputado ressalta que compreende a importância da decisão judicial, mas que evitar festas não é o suficiente para a contenção do vírus. “É importante também a gente trabalhar em outras frentes, do transporte, de supermercados, das escolas, como deveríamos ter atuado também, na época da eleição”, afirmou.

Yglésio exige apuração de assassinatos cometidos por policiais velados

O deputado Yglésio Moyses (PROS) exigiu, na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (17), que se apurem os assassinatos executados por agentes da Polícia Militar do Maranhão. O parlamentar citou, em especial, um caso: o do perito da Polícia Civil, Salomão Matos, morto no último dia 28, em São José de Ribamar.

Na terça-feira (16), Yglésio recebeu a família da vítima em seu gabinete. O policial foi alvejado por quem, até então, as investigações apontam ser policiais velados. Os familiares fizeram a denúncia de que a apuração está parada devido ao desaparecimento de uma das armas utilizadas no crime.

“A mãe alega que ele recebeu 18 ligações dentro do sistema de segurança para assinar, de maneira urgente, essa documentação. Quando chegou na van, sentiu estar sendo seguido. (…) Ao sair, foi alvejado com um tiro na perna e um tiro no tórax, que lhe foi fatal”, conta o parlamentar.

A alegação dos PMs acusados do assassinato é de que eles teriam agido em legítima defesa, uma vez que, segundo eles, a vítima teria atirado primeiro. Eles teriam, também, confundido Salomão com outro policial, supostamente responsável pela morte do tenente-coronel Ronilson, ocorrida também no final de janeiro, em São Luís.

De acordo com os familiares e seu advogado, a arma que sumiu foi a do próprio Salomão – e a suspeita é de que a própria polícia a ocultou, para “limpar a cena” do crime. Assim, não há como definir se Salomão teria, de fato, atirado primeiro e os policiais velados teriam agido apenas por legítima defesa. O celular de Salomão ainda não foi periciado, o que impede que se saiba o porquê das ligações.

Yglésio reforça a luta contra a cobrança indevida dos cartórios: “Não vamos abandonar essa luta!”

Nesta terça-feira (16), durante pronunciamento na Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado Dr. Yglésio (PROS), reforçou a necessidade de acabar com a cobrança indevida que está sendo feita pelos cartórios do estado.

A denúncia vem sendo feita pelo deputado nos últimos dias. Segundo ele, os ofícios se baseiam em uma interpretação equivocada das Leis Complementares nº 221/19 e nº 222/19, com o intuito de cobrar valores ‘por fora’, além do valor dos emolumentos. “Tem que ser feita a cobrança por dentro, como é feito no Acre”, afirmou. Somente entre junho e dezembro do ano passado, os cartórios chegaram a lucrar mais de R$ 600 mi.

“Tem que haver um teto ou você vai transformar uma atividade pública em um meio de enriquecimento, com o peso todo para cima do cidadão. Não vamos abandonar, sob hipótese nenhuma, essa luta”, declarou Dr. Yglésio na plenária.