Portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais podem ter Cadastro Estadual no Maranhão

“Como médico muita vezes temos dificuldade de acompanhar o que acontece depois do consultório.”, assim iniciou o deputado Dr. Yglésio (PDT) para falar das dificuldades enfrentadas pelos portadores das Doenças Inflamatórias Intestinais no Maranhão. No cotidiano parlamentar, o médico Yglésio revelou que tem oportunidade conhecer o outro lado destes pacientes. Em reunião, o deputado recebeu representantes da Associação Maranhenses de portadores de Doenças Inflamatórias Intestinais (AMADII), para tratar das dificuldades dos portadores de DII.

A principal reivindicação da AMADII é efetivar o Cadastro Estadual de Portadores de DIIs. Hoje, no estado do Maranhão, não há um mapeamento de quem são os pacientes que sofrem, principalmente, da Doença de Crohn e Retocolite ulcerativa. Conhecer o perfil destes pacientes é essencial para desenvolver programas e políticas públicas. “Vamos apresentar a esta Casa uma proposição que cria um cadastro para esses portadores de doenças inflamatórias intestinais. Com isso vamos fazer o papel de realmente localizar onde estão os pacientes, saber quem são e o perfil dos mesmos”, defendeu o deputado Dr. Yglésio.

Dificuldade de realização de exames

O esgotamento da medicina de plano de saúde agravou esta situação do Sistema Único de Saúde. “Com o esgotamento da medicina de plano de saúde, no contexto de crise econômica, a gente perdeu muitos pacientes. Só, em São Luís, por exemplo, 60 mil pessoas perderam o seu plano de saúde”, informou. Com a demanda crescente no SUS, o exame de colonoscopia, considerado um exame simples, pode demorar até 1 ano para ser feito.

Sintomas como diarréia crônica, sangramento intestinal, perda de peso, infecções fazem parte da realidade destes pacientes. “Para além da dor, consideremos a ansiedade das pessoas que, em alguns casos, demoram de 6 meses até 1 ano para realizar uma colonoscopia. Um exame simples, rápido, seguro, tão pouco realizado pelo SUS.”, alertou. São Luís realiza aproximadamente 300 colonoscopias por mês para atender todo o estado do Maranhão.

O deputado Dr. Yglésio (PDT), vice-presidente da Comissão de Saúde, também garantiu que vai manter o diálogo com a Farmácia Estadual de Medicamentos Especializados (FEME) para garantir melhor entrega dos medicamentos a estes pacientes.

Agradecimento

Pelas redes sociais, a AMADII agradeceu o apoio prestado pelo deputado Dr. Yglésio. “Hoje a AMADII vem a público mais uma vez agradecer o Deputado Yglésio por abraçar e lutar conosco por um Cadastro Estadual de Portadores de DIIs no Maranhão e assim trazendo mais agilidade nos nossos exames. Nosso muito obrigado, juntos somos mais fortes!”, postagram no Instagram.

Defesa das 30h da enfermagem repercute nas redes sociais

Recentemente o deputado estadual Dr. Yglésio (PDT) levou para a tribuna da Assembleia Legislativa a pauta da carga horária de trabalho dos enfermeiros do Maranhão. Hoje a carga regulamentada é de 40 horas semanais, classe de enfermagem do estado reivindicam que fique estabelecido em 30h semanais.

Em vídeo gravado e distribuído nas redes sociais, o deputado estadual destinou uma mensagem para os profissionais de enfermagem. “Nós fizemos uma avaliação geral da luta das 30h no Brasil e pudemos ver que em muitos estados a lei é aprovada na Assembleia Legislativa, mas vai a veto do governador ou uma declaração de inconstitucionalidade depois. A nossa proposta a partir de agora é realizar um trabalho sério, técnico e jurídico. Você jamais vai me ver fazendo pirotecnia ou me aproveitando da sua luta.”, disse o deputado na mensagem.

Repercussão nas redes sociais

Através do Instagram, a usuária Irenne Aguiar demonstrou satisfação com a mensagem. “Obrigada por lutar por nós. Te agradeço”, escreveu. A profissional de enfermagem Taciana Bastos depositou esperança na regulamentação das 30h. “Tenho muita esperança de ganharmos 30h”. Já o enfermeiro Robson Uchôa agradeceu o apoio demonstrado. “É isso meu irmão! Obrigado por lutar por nossa classe”.

Chegaram mensagens através do WhatsApp. “Deputado, queria lhe elogiar por lutar por esta causa da nossa classe, continue honrando nossos votos”, agradeceu a profissional identificada como Adriana.

A reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Maranhão aconteceu no dia 27 de março e representantes do Conselho Regional de Enfermagem, do Sindicato dos Enfermeiros do Maranhão e o Sindsep estiveram presentes. As tratativas do tema terão continuidade na Assembleia Legislativa no âmbito da Comissão de Saúde.

“Menos discurso e mais ação”, cobra deputado Dr. Yglésio ao comentar fortes chuvas na região metropolitana de São Luís

A discussão sobre as consequências das chuvas que castigaram São Luís no último final de semana tem sido tema do inicio desta semana na Assembleia Legislativa do Maranhão. Na sessão plenária deste terça-feira (26), o deputado estadual Dr. Yglésio (PDT) defendeu que a discussão sobre o tema seja de forma propositiva e de forma permanente, para pensar em soluções em pequeno, médio e longo prazo.

“A culpa não é exclusiva do Governo do Estado, nem somente da Prefeitura de São Luís, como a visão política mais tacanha gostaria de provar”, disse o deputado. Dr. Yglésio lembrou da inundação de condomínios fechados, a exemplo do localizado no Cohab Anil IV. “Era para estarmos aqui comemorando a chuva, que normalmente traz vida aos rios que correm o risco de morrer, mas o que a chuva trouxe, mais uma vez, foram lágrimas e inundação para os moradores dos condomínios localizados na Maioba e Cohab Anil IV”, lamentou.

O deputado falou na tribuna sobre o volume da chuva, o maior registrado nos últimos 48 anos. O Instituto Nacional de Meteorologia começou a fazer o registro das chuvas no ano de 1971. “O volume foi de 236,3mm em apenas 24 horas. Significa 51% da média de chuva normal para todo o mês de março”, registrou.

Ação dos parlamentares

Em defesa do debate profundo sobre o tema, o parlamentar defendeu que ação dos parlamentares para garantir direitos às famílias atingidas e fazer cumprir a Lei estadual Nº 10.200/2015. “Temos que agir para fazer nosso papel de parlamentar e saber se a lei que institui a Política Estadual de Gestão e Manejo Integrado de Águas Urbanas está sendo cumprida”, ponderou.

Ao citar o artigo 5º da Lei 10.200/2015, o Dr. Yglésio (PDT) lembrou que a responsabilidade sobre a Gestão das Águas Urbanas não é somente de entes públicos. “É também responsabilidade dos entes privados cujos empreendimentos envolvam impermeabilização e parcelamento do solo para fins urbanos”, lembrou. O parlamentar aproveitou para cobrar a responsabilidade de construtoras. “Então, o que falta para que as construtoras responsáveis pelos condomínios inundados durante as chuvas na capital sejam responsabilizadas?”, cobrou.

Na visão do parlamentar é necessário discutir mais o Plano Diretor de São Luís. “Algumas propostas do Plano Diretor é de redução de mais de 40% de área rural da cidade e a diminuição de 162 hectares nas áreas de recarga dos aquíferos de onde, inclusive, se extrai a água consumida”, disse. Para o deputado é necessário que o crescimento metropolitano de São Luís seja de maneira sustentável.

“Hoje, todas as grandes e importantes cidades caminham para o desenvolvimento sustentável e não o negligenciam. Embora a preocupação com o descarte irregular de resíduos sólidos seja nítida na gestão do prefeito Edivaldo, que instalou 11 Ecopontos em São Luís”, o deputado também lembrou que a educação ambiental é de competência comum entre os entes federados e a população precisa estar mais consciente. “A despeito de todos estes Ecopontos instalados por nossa cidade, o comum é olhar o descarte irregular de lixo por parte da população”.

A qualidade das obras públicas também preocupou o deputado Dr. Yglésio e mais uma vez cobrou responsabilização destas empresas. “Obras de drenagem chegam no máximo a 16% do custo total da obra e jamais poderiam ser negligenciadas”, cobrou.

“Nosso papel, neste momento, é de mudar a nossa forma de atuação, com mais ação e menos discurso. Se não mudarmos, como esperar que os outros queiram fazer isso”, finalizou parafraseando Nelson Mandela.

Deputado Dr. Yglésio apresenta PL que garante 20% das vagas em concursos da PM e CBM para egressos de escolas militares

O sonho de seguir a carreira militar pode nascer bem cedo no coração de uma criança. As escolas militares acabam de certa forma moldando este sonho de uma criança e adolescente para um dia seguir na carreira na Policia Militar ou mesmo no Corpo de Bombeiros do estado do Maranhão.

Na sessão desta quinta-feira (21) na Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado estadual Dr. Yglésio (PDT), lembrou da homenagem ao Corpo de Bombeiros proposta pelo deputado Neto Evangelista (DEM) nesta quarta-feira (20). O deputado Dr. Yglésio (PDT) frisou que é importante reconhecer a importância de valorizar os militares.

“Em reconhecimento a esses bravos guerreiros e guerreiras que apresentamos o projeto de lei que dispõe sobre sistema de reservas de vagas, em concursos do Corpo de Bombeiros e Policia Militar, para alunos oriundos das Escolas Militares do Corpo de Bombeiro e da Policia Militar do Estado do Maranhão”, destacou o deputado Dr. Yglésio (PDT) que vai propor um sistema de reservas de vagas em concursos da Policia Militar e Corpo de Bombeiros para o cargo de soldados.

O deputado pedetista avalia que as escolas militares têm bons indicativos no rendimento de seus alunos e o perfil destes alunos podem ser aproveitados nas corporações da PM e CBM. “Estas crianças entram na Escola Militar a partir do sexto ano (antiga quinta série) e saem no terceiro ano do ensino médio com ótimo desempenho. Só na Escola Militar do Corpo de Bombeiros, forma por ano 130 alunos do Ensino Médio, com uma média de 55 aprovações em vestibulares e outros concursos. O governo do Maranhão deve criar mais três escolas militares, mais talentos devem ser formados nestas escolas. Por isso, não podemos desperdiçar estes talentos nas nossas corporações”, defendeu Yglésio.

Iniciativa do Poder Executivo

Esse tipo de matéria é de iniciativa do Governo do Estado, cabendo a Assembleia Legislativa enviar o Anteprojeto de Lei, na forma de Indicação. O conteúdo do Anteprojeto foi tratado em reunião os comandantes do Corpo de Bombeiros, coronel Célio Roberto e o comandante da Polícia Militar, Coronel Luongo. O parlamentar acredita que o projeto valoriza as instituições e valoriza o ingresso na carreira militar. “Esta é uma certeza comungada com o comandante do Corpo de Bombeiros, o coronel Célio Roberto e o comandante da Policia Militar, e o coronel Luongo, com quem tratei do tema, aqui, nesta casa.”, afirmou.

Por ser de iniciativa do Poder Executivo, o deputado espera acompanhar o trâmite para aprovar a Lei. “Por se tratar de PL de iniciativa do executivo, apresentaremos um Anteprojeto como Indicação nesta casa e acompanharemos até que vire lei.”, finalizou.

Indicação do Deputado Dr. Yglésio pode beneficiar Lago da Pedra com asfalto e segurança pública

O deputado Dr. Yglésio apresenta projeto de indicação para beneficiar a cidade de Lago da Pedra com asfalto para 5 bairros e aumento do efetivo para Polícia Militar e nova viatura.

O deputado que teve 2996 votos em Lago da Pedra solicitou em caráter de urgência a inclusão, no Programa Mais Asfalto, dos bairros Planalto, Vieira Neto, Waldir Fialho, Vila Mangueira e Rua 7.

Também pediu ao governador do estado, Flávio Dino e ao secretário de segurança, Jefferson Portela o aumento do efetivo da Polícia Militar que atua no município de Lago da Pedra. Estas intervenções foram destaque do médico Yglésio durante a sessão na Assembleia Legislativa do Maranhão desta quarta-feira (13). No uso da tribuna do Plenário Nagib Haickel, Yglésio aproveitou para registrar a presença da liderança política de Lago da Pedra, Pablo Sales, filho do político Geraldo Cantingueiro.

“Faço o relato das indicações que fizemos da MA que liga Lago da Pedra e Paulo Ramos, é importante recuperar essa via e aumentar o policiamento para o município de Lago da Pedra. Hoje o efetivo é pequeno. Nos últimos meses, em Lago da Pedra, teve sete assassinatos na cidade, muito do que é esperado para um município de 50 mil habitantes.”, destacou.

Situação das UTIs pediátricas devem ser debatidas na Assembleia Legislativa do Maranhão

A assistência à saúde infantil reverberou na Assembleia Legislativa do Maranhão. O caso do menino Pietro acendeu o alerta de uma discussão muito mais ampla acerca da falta de leitos de UTI neonatal e pediátricos, levando também em conta as consequências de uma gravidez sem acompanhamento adequado.

A situação caótica da saúde pública é tema recorrente em gestões municipais e estaduais, mas também é pauta de preocupação e responsabilidade dos poderes legislativos. O deputado estadual Dr. Yglésio (PDT) tratou da assistência à saúde infantil na Assembleia Legislativa do Maranhão na sessão desta terça-feira (12).

“Muitas vezes, os papéis se confundem, mas falo aqui hoje muito mais como médico do que como parlamentar”, disse o médico Yglésio (PDT) logo no inicio de sua fala. Para o deputado é obrigação do parlamentar “fazer o seu melhor para que toda criança tenha a chance de ter sua vida preservada e, mais do que isso, tenha dignidade durante seu atendimento no SUS.”

O parlamentar não deixou de destacar os avanços nos últimos anos na assistência à saúde, como abertura de novos leitos. “É inegável que houve avanços nos últimos anos dentro da assistência à saúde do Maranhão. Inauguração de novos hospitais, elaboração de programas de maior assistência e democratização do acesso principalmente”, lembrou.

“Mas os avanços não podem nos cegar quanto a necessidade de vencer os retrocessos. É inegável que tem um problema muito sério hoje com os leitos de UTI neonatal vão com as crianças com até trinta dias de vida quanto os de UTI pediátrica”, pontuou Yglésio.

Dados

No Maranhão tem um déficit de 274 leitos de UTI neonatal, uma proporção de 1,18 leito pediátrico por cada 10 mil habitantes pediátricos. No sudeste a proporção é 4 para cada 10 mil habitantes pediátricos.

O Hospital Materno Infantil é a única unidade do estado a realizar procedimentos, tais como broncoscopia infantil e é referência em neurocirurgia infantil.

Atualmente há 10 leitos de UTI pediátrica, 42 leitos em UTI neonatal e 10 leitos de cuidados canguru. A rede estadual conta com 19 UTIs pediátricas e 105 UTIs neonatal.

Outro ponto

Na abertura da I Conferência Livre da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde, o deputado mostrou preocupação na atenção básica. “Nós estamos perdendo nossas crianças por falta de atenção básica no pré-natal”, destacou.

“A gente sabe que o Brasil é um país que ainda não conseguiu de fato exercer na plenitude a da atenção básica. A gente vive ainda um paradigma de saúde hospitalizada que é cara que muitas vezes ela não é resolutiva porque ela já pega o problema numa fase muito avançada”, disse o deputado.