Deputado Dr. Yglésio enfatiza sua luta em defesa da saúde no Maranhão

O deputado Dr. Yglésio (PDT) foi o entrevistado do programa Portal da Assembleia, veiculado nesta sexta-feira (3), no quadro “Sala de Entrevista”, da TV Assembleia. Ele falou sobre sua atuação parlamentar e destacou proposta de sua autoria, em tramitação na Casa, que trata sobre a formação de consórcio municipais de saúde.

Segundo Dr. Yglésio, o consórcio de saúde é uma forma de os municípios adotarem um modelo de gestão compartilhada, no qual é criada uma pessoa jurídica que tem vida própria e com poderes para fazer contratações para concursos, serviços, etc. “Isto facilita bastante, porque, a partir do momento que você regionaliza as ações de saúde, você consegue fazer um planejamento estratégico que atende às demandas de determinada região”, esclareceu.

O deputado comentou sobre o projeto de lei de sua autoria que trata sobre a criação e oferta de serviços públicos na área de saúde, que leva em consideração o Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). “O objetivo desse projeto de lei é facilitar a oferta de recursos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Hoje, a carência principal do SUS é de recursos financeiros para a implementação de ações. A nossa ideia é, à semelhança da lei de incentivo ao esporte, que o empresariado possa atuar, ofertando recursos para o sistema público de saúde. Espera-se captar não menos de R$ 30 milhões no primeiro ano de vigência”, ressaltou.

Jornada de trabalho dos enfermeiros

Dr. Yglésio revelou que luta em favor da redução da jornada de trabalho dos enfermeiros que, segundo ele, é uma classe que tem uma importância extrema no sistema de saúde e carrega esse sistema nas costas juntamente com a classe médica. “No setor público, de fato, já funciona a jornada de trabalho de 30 horas semanais. No entanto, na rede privada o contrato ainda é de 40h. Mas temos que ir além e lutar também para garantir condições satisfatórias de trabalho para todos os profissionais de saúde”, complementou.

A questão da per capita da saúde do Maranhão

De acordo com Dr. Yglésio, o fato de o Estado do Maranhão receber uma per capita dos recursos da saúde menor do que outros estados, atrapalha bastante a política pública de saúde do estado. “Só em relação ao Piauí, o Maranhão tem 30% a menos em termos de financiamento. Quando se compara com o Estado de São Paulo, é como se recebêssemos a metade, ou seja, é como se a vida do cidadão maranhense valesse a metade de um cidadão paulista. Isto precisa ser corrigido para que se possa oferecer uma saúde de melhor qualidade à população maranhense”, salientou.

“Felizmente, há um indicativo de um grupo de trabalho, constituído de deputados e senadores, atuando dentro do Ministério da Saúde, tratando da atualização da tabela SUS. Além disso, temos que fazer uma equalização das disparidades que temos hoje. O Maranhão está numa posição inferior em comparação a outros estados. Nosso estado tem uma população em que 80% ganham até um salário mínimo. Então, é fundamental a gente encampar essa luta, manter a guarda alta e continuar em defesa de um SUS de todos nós”, revelou o deputado.

Estrada de Turiaçu

O parlamentar, ao final da entrevista, enfatizou o requerimento de sua autoria, que solicita a recuperação da estrada de acesso ao município de Turiaçu, no qual obteve a maior votação. “Essa é uma estrada de fundamental importância, construída pelo governador Jackson Lago há dez anos. É considerada uma das melhores do nosso estado em termos de acabamento, mas que já está a exigir reparos urgentes”, frisou.

O estranho Reino dos homens-máquina

Outro dia, tive um sonho estranho. Sonhei que estava em viagem de avião, um bimotor fabricado em 1968. Atravessando uma área de floresta, começamos a perder altura… subitamente, o piloto da aeronave nos avisou que estávamos em queda e que haveria necessidade de realizar um pouso de emergência no meio da mata. Fechei os olhos, comecei a rezar. Lembrei de casa, da minha família, preparei o corpo em posição de impacto…de repente, um estrondo e um barulho gigantesco: pensei que seria o fim. Apaguei… minutos depois, acordei, com a cabeça ensanguentada e dores por todo o corpo. A tontura tomava conta de mim e fiquei, por alguns minutos, sem saber se o que eu vivia ali era sonho ou realidade. Era como se fosse um sonho dentro de um sonho. Perdi a noção do tempo.

Ouvi sirenes de resgate. Àquela hora, o Sol já ameaçava se por. Com lágrimas e sangue nos olhos, invadido por dores intensas na coluna, tomado pela taquicardia reflexa do trauma, entendi que havia sobrevivido. Sim, Deus tinha me dado mais uma chance. É incrível como um filme inteiro passa na sua cabeça, com o peso dos erros acossando o mais ínfimo espaço das boas memórias, com as lembranças das omissões e transgressões maltratando a última sinapse do seu corpo. Estava atônito no momento em que chegou o resgate. Uma voz robotizada chamou por mim e disse:- te levaremos conosco agora. Abri os olhos e ali vi dois homens-de-lata.

Colocaram-me com relativo cuidado numa espécie de maca. Meus ossos doíam. Não acreditava no que estava acontecendo, comecei a ficar nervoso. Clamava para que localizassem minha família. “Acalme-se!” , diziam. Levaram-me para uma espécie de carro que flutuava, uma ambulância ultramoderna, movida por algum tipo de magnetismo de alto desempenho. Fecharam as portas do super-veículo e , alguns minutos depois, chegamos à cidade deles. Pedi um remédio que tirasse de mim aquela dor. Aplicaram-me, então, uma injeção. Como se fosse mágica, a minha dor passou e consegui levantar. Limpei o sangue da testa, do rosto. Comecei a andar com meus dois salvadores-de-lata.

A cidade era enorme, como se fosse um grande parque industrial, vi fábricas de todos os tipos, muita fumaça saindo pelas chaminés. Atravessamos uma ponte suspensa por gravitação. Embaixo, havia um rio escuro, parecia pura poluição em movimento. Procurei por peixes, tentei localizar vegetação ao longo do caminho. Não vi nada. Incomodado com a paisagem estéril, procurei por algum resquício de grama que fosse. Nada. Asfalto, fumaça, desolação eram tudo em meu campo de visão. Ali, o que eu enxergava era um lugar feio, repleto de homens e mulheres de lata que andavam rápido. Nas costas de cada um, havia um número e uma identificação: robô-mecânico 01, robô-soldador 03, robô-engenheiro 125, robô-mediador de conflitos cibernéticos 250, robô-cirurgião de peças 2112.

Andei mais um pouco com meus salva-vidas robóticos. Percebi no meio da caminhada, na porta do que parecia ser uma escola, mantida num galpão escuro, onde nas paredes havia escritos em sequência, com tinta fosforescente, uma centena de ordens. Verbos no imperativo: seja, faça, calcule, subtraia, some, multiplique… no outro canto do galpão, uma série de frases: é proibido brincar, é proibido conversar, é proibido discutir. No teto do galpão, em letras gigantes, com um traço firme, irretocável, li “É proibido pensar. Sua função é produzir!”.

A sociedade das máquinas celebraria, naquela noite, o recorde de produção de armas de defesa. Foi o melhor resultado de exportações de toda a série histórica. Para chamar os concidadãos robôs, a celebração prometia novas atualizações do firmware e do hardware. Seriam distribuídos 20 toneladas de lubrificantes de última geração, que aumentariam o tempo da jornada de trabalho e reduziria a obsolescência programada das partes metálicas e dos circuitos neurais. Cada homem e mulher máquina trabalhará, a partir de agora, pelo menos mais 5 anos. Para os robôs-dos campos de petróleo, expostos ao Sol e sobrecarga e desgaste de material, as trocas de peça teriam um desconto incentivado pelo governo.

Nada me chamou mais atenção ali naquela “Cybercity” do que os pequenos robôs, em fila, entoando um som que parecia um hino, em uníssono. Lembrei de todas as crianças que conheci, lembrei da minha Cecília e de todas as suas traquinagens. Tive pena daqueles pequenos robôs. Eles não tinham motivos pra sorrir.

Conversei um pouco com meus salvadores. Perguntei a eles por que era assim tão estéril a vida naquele lugar? Por que precisavam viver pelo domínio das ordens? Por que precisavam de tanta produção de armas, se não havia guerras ali? Disseram-me que a sociedade que muito pensa, que tem espaço para críticas ao invés de seguir ordens, lugares assim são berços de subversivos. Que eles poderiam perder o comando do povo- robô e que, se não fosse pelo domínio do medo, um dia poderiam perder o poder. Perguntei, já invadido por um sentimento de vazio, como eles tinham conseguido levar a cabo este plano. Disseram-me, de pronto, em uníssono:

– Eliminamos o pensamento crítico desde cedo em nossas crianças, depois transformamos os jovens robôs em linha-de-produção, dizemos a eles o que devem fazer pela cidadela e assim eles vivem a vida, como parte da engrenagem, como polias em movimento.

Pedi para que me levassem de volta ao local do meu acidente. Assim o fizeram… Agradeci aos dois pelo salvamento, mas tinha que voltar para o meu Brasil. “Talkey!!!”, o mais alto me disse. Despedi-me com um aceno dos meus dois amigos e fiquei a vê-los irem embora. Enquanto isso, percebi nas costas deles os escritos B17-Presidente e PG01-Ministro da Economia.

Acordei…dei um abraço apertado em minha esposa e um beijo bem demorado em minha filha, enquanto pensava “como é boa a vida fora de Cibercity…”

(Em memória de Paulo Freire)

Dr. Yglésio pede recuperação da estrada de Turiaçu

A MA-209 (Estrada de Turiaçu) está sendo castigada pelas chuvas e precisa de reparos emergenciais. O deputado estadual Dr. Yglésio (PDT) esteve em Turiaçu no último domingo (28) e verificou in-loco a situação atual da estrada.

Nesta segunda-feira (29), o deputado Dr. Yglésio fez uso da tribuna na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Maranhão para cobrar melhorias da MA-209. Ele lembrou, que a estrada construída ainda no governo do líder pedetista Jackson Lago (PDT).

“Esta é provavelmente a estrada do Maranhão que tem a maior quantidade brita e que por conta disso tem uma qualidade excepcional, só que tem sido castigada com as chuvas e é óbvio que está no momento de fazer o reparo da mesma.”, disse o deputado no Plenário.

O deputado também disse que já entrou em contato com o secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto e pediu celeridade no reparo da estrada. “Conversei com o secretário Clayton Noleto, hoje pela manhã, já protocolei a indicação do reparo e espero realmente sensibilidade da Sinfra, para que execute essas obras com celeridade.”, finalizou.

Audiência pública ‘metropolização da ilha de São Luís’ no auditório Fernando Falcão, na Assembleia Legislativa do Maranhão

Comissão de Assuntos Municipais e Desenvolvimento Regional da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão convida sociedade civil, sindicatos, secretarias municipais e estaduais para discutir o crescimento da Ilha de São Luís e seus quatro municípios, incluindo a capital maranhense.

SÃO LUÍS – A Comissão de Assuntos Municipais, por meio do seu presidente, deputado estadual Dr. Yglésio, convida a imprensa para a cobertura jornalística da Audiência Pública que discute a ‘Metropolização da Ilha de São Luís’. A audiência ocorre no Auditório Fernando Falcão, da Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta terça-feira, 30 de abril a partir das 14h.

A Comissão de Assuntos Municipais e Desenvolvimento regional, que tem como titulares os deputados estaduais Dr. Yglésio, Hélio Soares, Carlinhos Florêncio, Pastor Cavalcante, Adelmo Soares, Ciro Neto e Rigo Teles, acredita que o crescimento urbano tem que ser com planejamento para que com a chegada das chuvas as catástrofes não sejam recorrentes todos os anos.

O presidente da Comissão, deputado Dr. Yglesio, afirmou que a motivação para a realização da audiência foi justamente os problemas urbanos que estão ocorrendo na Grande Ilha, como o processo irregular de ocupação do solo e o excesso de degradação das áreas rurais.
A audiência contará com a presença dos representantes do Ministério Público Estadual, Defensoria Pública e técnicos da Universidade Federal do Maranhão, sindicatos, sociedade civil organizada e imprensa especializada.

Sugestão de entrevistados

Deputado Estadual Dr. Yglésio – presidente da Comissão de Assuntos Municipais
Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, técnicos de secretarias estaduais e municipais.

ATENDIMENTO À IMPRENSA

Assessoria de Imprensa
Pedro Igor de Almeida – (98) 98172-4197
E-mail: pedro.almeida@al.ma.leg.br

Deputado Dr. Yglésio lança edital de Concurso de Projetos de Lei para universitários

Os políticos muitas vezes vivem em suas próprias bolhas, cercado de assessores.  Isolados não tem dimensão da realidade que os rodeia e acabam afastados do sentido real da política, que é legislar para o coletivo baseado na realidade dos cidadãos. Nesta perspectiva, o deputado estadual Dr. Yglésio (PDT) vai promover o 1º Concurso de Projetos de Lei do seu gabinete voltado para universitários do curso de Direito do 5º ao 10º período.

O deputado Dr. Yglésio (PDT) justifica sua iniciativa. “Política é atividade coletiva, política é fruto de observação in loco da realidade das pessoas. Todo político deve ser, por natureza, um observador do fenômeno social.”, disse.

Como a população está fora da “bolha do político”, o deputado acredita que os universitários estão mais perto dos problemas e tem saída para solucionar estes problemas. “Tenho absoluta certeza de que quem enfrenta diariamente os problemas em suas comunidades é capaz de propor mecanismos legais pra garantir amparo a suas lutas do dia a dia.”, argumentou o deputado.

Estimular participação do jovem na política

Em um momento em que se tem uma descrença na política, o parlamentar acredita que o 1º Concurso de Projetos de Lei vai estimular o interesse do jovem pela atuação legislativa. “Vamos começar com esse concurso, primeiro de muitos, buscando alunos do 5º ao 10º período do curso de Direito que queiram legislar e, além disso, ter uma vivência política prática em um gabinete parlamentar.”, anunciou.

Edital

O edital do 1º Concurso de Projetos de Lei está disponível no site www.dryglesio.com.br, o concurso vai escolher o melhor Projeto de Lei e a premiação vai ser um estágio remunerado de seis meses no Gabinete do Deputado Estadual Dr. Yglésio (PDT).

 

“O atendimento SPA do Hospital Aldenora Bello está mantido!”, garante deputado Dr. Yglésio

O atendimento do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Hospital Aldenora Bello está mantido. Foi o que garantiu o deputado estadual Dr. Yglésio (PDT), na sessão plenária desta segunda-feira (8), na Assembleia Legislativa do Maranhão. O deputado participou de reuniões com o secretário estadual de Saúde, Carlos Lula, representantes da Fundação Antônio Dino, do Conselho Estadual do Fundo de Combate ao Câncer e Ministério Público.

O parlamentar destacou que duas medidas foram tomadas, de curto e longo prazo. “O Governo, no curto prazo, repassará um percentual significativo destes recursos, do custeio do SPA do Hospital Aldenora Bello, será criado um convênio para custear os serviços”, garantiu.

De um custo total de R$ 770 mil, somente R$ 16 mil é pago pela tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso acontece, explicou o parlamentar, porque a maioria dos procedimentos realizados no Hospital não são cobertos pela tabela SUS. Desta forma é necessário que seja garantido a transferência destes recursos.

Segundo o deputado Dr. Yglésio, havia dificuldade do repasse ser feito através do Fundo Estadual de Combate ao Câncer, por conta da fragilidade da Lei Complementar 170/2014. O deputado destacou três pontos que torna a lei frágil. O primeiro ponto trata do vício de iniciativa “Foi criado uma Lei Complementar que regulamenta o Fundo baseado em receita de ordem tributária. A proposta foi iniciativa de parlamentar e teria que ter sido do executivo, isto constitui o vício.”, assinalou.

Também não há na lei uma garantia legal para que o Fundo possa fazer repasse para entidades filantrópicas. “O Hospital Aldenora Bello podia ser alvo de questionamentos destas transferências.”, alertou.

E o terceiro ponto a ser corrigido é a substituição de um membro do Ministério Público por um membro da Defensoria Pública Estadual. “O terceiro ponto é a presença do Ministério Público no Conselho. O Ministério Público não pode fazer parte de Conselho, porque é órgão executivo e colocaria em cheque a independência do parquet.”, disse.

Para o deputado é necessário corrigir estes pontos. “Visando sanar todas essas lacunas legislativas e a possibilidade de questionamentos posteriores quanto a constitucionalidade do dispositivo, nós apresentamos hoje por indicação um Anteprojeto de Lei que faz as devidas correções.”, defendeu o parlamentar.

O deputado explicou as correções do indicativo do Anteprojeto de Lei. “Primeiro ele estabelece a iniciativa da proposta de lei. Segundo ele disciplina em seus artigos a transferência de recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer a instituições filantrópicas que realizem atendimento SUS. Terceiro, faz a substituição do membro do Ministério Público para um membro da Defensoria Pública Estadual, garantindo que o usuário seja representado no Conselho.”, explicou. Com todas as omissões sanadas, o projeto garante a constitucionalidade da norma e a garantia que em momento algum os recursos sejam questionados na Justiça.