Nota de esclarecimento

Sobre as recentes notícias veiculadas em blogs, de que o presidente do PDT-MA, o senador Weverton, “veta” a minha saída do partido, venho fazer algumas considerações, após conversar com o mesmo na sede do PDT, às 11:35 do dia 09/09/2019:

  1. Nunca discuti no partido a legitimidade da candidatura do vereador Osmar Filho, até por acreditar que o mesmo tem buscado condições políticas dentro da legenda para pleitear a sucessão de Edivaldo Holanda Jr.
  2. Minhas declarações prévias nunca apontaram para qualquer possibilidade de disputa interna no PDT, contra quem quer que seja.
  3. É legítima, não apenas para mim, mas como para qualquer filiado, a possibilidade de buscar viabilizar seu projeto de pré-candidatura a qualquer cargo que seja.
  4. Não aparece, em nenhum momento do vídeo, a declaração de que Weverton “veta” minha saída do PDT. O mesmo, em nossa conversa reservada, como democrata que é, em nenhum momento colocou empecilho a uma eventual mudança de partido minha, caso eu consiga viabilidade.
  5. Nunca fui homem de embarcar em projetos sem viabilidade, nem de forçar situações, muito menos de impor constrangimentos a outrem no curso de minhas relações políticas. Porém, é inegável que há no pleito que se avizinha a oportunidade aberta para aqueles que de fato querem discutir soluções para a cidade.
  6. Tenho apreço ao PDT e à sua história, porém considero legítimo também colocar meu nome à disposição de São Luís e é com esse mesmo apreço, misto de admiração e respeito, como alguém que quer sempre somar e jamais atrapalhar, que considero a possibilidade de encontrar outra casa partidária.
  7. Reafirmo minha pré-candidatura, pois estamos em um momento pré-eleitoral, onde a população deve ter a oportunidade de avaliar os melhores projetos, mandatos, biografias e na eleição escolher o que melhor convier para o futuro da cidade.

CASO UEMA: Após pressão, juiz extingue liminar de cinco alunos

Após pressão da Assembleia Legislativa do Maranhão e protesto de estudantes do curso de Medicina da Universidade Estadual do Maranhão, juiz extingue cinco liminares que garantir transferência de alunos de faculdades particulares para o curso de Medicina da UEMA. Na sessão plenária desta quarta-feira (04), o deputado estadual Yglésio (PDT), comentou a decisão do magistrado revogar sua própria decisão.

Para Yglésio o parlamento e a sociedade conseguiram juntos se unir por uma causa que acabou reestabelecendo a Justiça. “Conseguimos envolver a sociedade em uma batalha. Hoje, cinco liminares em Caxias foram revogadas pelo próprio juiz que as concedeu”, disse o parlamentar.  

“Por conta da pressão que os estudantes, a sociedade e esta Casa fizeram, muito provavelmente, as pessoas não entraram com os processos em definitivo e a ação principal não foi ajuizada e diante disso o próprio juiz encerrou os processos. Então cinco problemas a menos, vitória da sociedade e vitória dos estudantes de Caxias”, comemorou o deputado Yglésio.

CASO UEMA: Yglésio comemora sindicância aberta pela CGJ para investigar transferências por liminares

O corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Marcelo de Carvalho, instaurou sindicância para apurar as denúncias feitas por deputados na Assembleia Legislativa. O deputado Dr. Yglésio (PDT) comemorou a ação do Poder Judiciário. Nesta segunda, em tribuna, registrou que na última sexta-feira (30) já havia protocolado uma indicação para que o presidente do Tribunal de Justiça e o corregedor do TJ, respectivamente os desembargadores José Joaquim Figueiredo e Marcelo Carvalho, tomem as providências cabíveis. 

O desembargador Marcelo Carvalho entregou a cópia da abertura da sindicância durante audiência que teve com o deputado Dr. Yglésio (PDT), na tarde desta segunda e destacou, ainda, a importância do Poder Legislativo para defender os interesses do povo.  “Vocês [legislativo] são os legítimos representantes, nós somos apenas servidores do Poder Judiciário. Nós apenas representamos o Poder Judiciário, mas quem legitimamente a Constituição disse que representam o povo, são verdadeiramente vocês”, disse o desembargador Marcelo de Carvalho.

Próximos passos

A Corregedoria-Geral da Justiça vai convocar oitiva dos deputados César Pires e Dr. Yglésio, por conta da denúncia que fizeram na Assembleia Legislativa e deve examinar todos os documentos necessários para apurar as denúncias veiculadas pela imprensa. O documento de abertura da sindicância diz ainda que os atos de oitiva serão conduzidos pelo próprio desembargador Marcelo Carvalho, pelo juiz Dr. Raimundo Moraes Bogéa. O prazo de apuração será de 60 dias, permitida uma prorrogação por igual período.  

Fonte: Blog do Gilberto Léda

Caso Uema: ‘Estamos falando da esperança nas instituições’, diz Yglésio

“Não podemos na formação matar a esperança dos universitários de um Maranhão digno, justo e num Brasil de moralidade, onde as instituições funcionem”, foi o que disse o deputado estadual Yglésio Moyses (PDT) ao tratar do caso das transferências universitárias no curso de medicina da UEMA. Para o parlamentar, a rotina de possíveis ilicitudes não podem ser regra no ambiente de formação familiar, principalmente na de médico que lida diretamente com a vida das pessoas.

“Mas a gente está matando a esperança dessas pessoas em serem médicos de qualidade, de serem pessoas que respeitam a sociedade, a dignidade do paciente do SUS, a dignidade das administrações públicas.”, refletiu Yglésio sobre as excessivas liminares concedendo transferência de alunos de faculdades particulares para a UEMA.

Mesmo com a CPI das Transferências não prosperando, o deputado Yglésio Moyses apontou que o parlamento deve sempre se posicionar em situações como essas. “Como é que a gente consegue reerguer a esperança numa nação se a gente não se levanta contra situações como essas bem aqui? Então, muito mais do que resolver uma situação jurídica, nós estamos falando de esperança das pessoas, de confiança nas Instituições, nos agentes públicos, num Maranhão de justiça, de verdade.”, disse o deputado no Plenário Nagib Haickel”

Ao finalizar seu pronunciamento o deputado garantiu que a Assembleia vai continuar lutando pelos direitos dos estudantes. “E que vocês não percam esperança, nós estamos lutando, aqui nesta Casa, por justiça, para vocês que serão condutores da saúde dos maranhenses.”, finalizou.

Yglésio pede CPI para investigar transferências suspeitas no curso de Medicina da UEMA

Doenças psicológicas e distância da família são os principais motivos que levaram a Justiça conceder liminares para que alunos que não passaram pelo tradicional processo seletivo da Universidade Estadual do Maranhão fossem matriculados no Curso de Medicina da UEMA (Campus Caxias). A denúncia de alunos e professores chegaram ao conhecimento do gabinete do deputado estadual Dr. Yglésio (PDT). 

Diante o exposto, o parlamentar maranhense acredita que a instalação de uma Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI das Transferências Universitárias) é a melhor alternativa para investigar essas transferências externas que tem como alvo o curso de medicina da UEMA.  O deputado Dr. Yglésio já colheu 15 assinaturas para abertura da CPI e o requerimento deve ser protocolado nos próximos dias.

Os universitários, segundo a denúncia, são alunos de faculdades e universidades estrangeiras que estão sendo matriculados no curso de Medicina da UEMA extrapolando a capacidade de cada turma que é de 35 alunos. Há turmas superlotadas com as decisões proferidas. Importante destacar que não há edital que garanta a transferência externa de alunos. “Não é menosprezar o problema de depressão. Mas quando você tem 17 decisões no mesmo sentido, todas as medidas liminares concedidas pelo mesmo magistrado. Nós começamos a ver problema em um curto horizonte”, disse o deputado Dr. Yglésio (PDT) em tribuna. 

O parlamentar destacou que a UEMA não pode ser vítima de sucateamento do ensino superior, em especial no curso de medicina. “As universidades têm que estar preparadas para receber os estudantes e isso demanda infraestrutura. Tem que ter laboratório suficiente para os estudantes.

Garantir uma estrutura que seja compatível com a quantidade de alunos.”, defendeu Yglésio.