Direitos para pessoas com deficiência: essa foi a pauta da reunião entre o deputado estadual Dr. Yglésio e o secretário estadual de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Francisco Gonçalves.
Neste recesso parlamentar, o deputado Dr. Yglésio protocolou o projeto que cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência do Estado do Maranhão.
Nos próximos dias, o deputado participará de reunião com especialistas da Sedihpop para aperfeiçoar o texto inicial do Estatuto. Audiência pública será marcada para discutir o assunto com a sociedade civil organizada.
“O momento é de ampliar a discussão e entender o que pensam as pessoas que abraçam esta causa.”, disse o Dr. Yglésio que completou: “Vamos dialogar com especialistas e sociedade civil para apresentar o melhor texto para o Estatuto da Pessoa com Deficiência”.
Gugu é um grande sujeito. Trinta e poucos anos, trabalhador, amigo e
leal. Acorda todos os dias cedo e trabalha cerca de 12 horas por dia. Se
preciso for, aos sábados e domingos ele está pronto para a luta. Esta
semana, Gugu acompanhou perplexo a polêmica do aumento das escolas em
São Luís. Estava cogitando ter um filho com sua esposa, mas ficou
preocupado. Conversamos por um bom tempo sobre escolas. Fui sincero,
como sempre, não é fácil hoje em dia criar um filho. A responsabilidade
de ser pai ou mãe chega a aterrorizar alguns. Insegurança, mudanças
comportamentais da sociedade, custos diários, dificuldade de bons
empregos, deterioração da qualidade de vida, tudo isso tem dificultado
os casais mais jovens a constituírem famílias com filhos, sejam adotivos
ou biológicos.
Sou da geração Y, conhecida também como geração dos millenials, essa turma que acompanhou a revolução digital em cada etapa, do vinil à nuvem musical. É uma geração que sonhou muito e realizou bem menos do que poderia. Essa geração foi a primeira que entrou em contato com o ensino da língua inglesa nas escolas. Algumas davam a opção de estudar inglês ou o espanhol, mas quer saber a verdade? Ninguém conseguia aprender língua estrangeira fluente na escola, por mais cara que fosse. Colocaram como quase uma obrigação para o sucesso o ensino da língua inglesa. Eu comecei pequeno num curso específico, o ICBEU, quando ainda era na rua do Sol, depois migrou para a Rua Montanha-Russa. Terminei o curso com uns 15 anos, inegável dizer que uma língua estrangeira aumenta o seu potencial de aprendizado, mas me pergunto aqui de maneira comparativa, se todo mundo que fez curso de inglês e que conseguiu fluência obtiveram sucesso no mercado de trabalho? A resposta mais óbvia é não.
A educação no Maranhão
vem passando por transformações graduais, mas simbolicamente
interessantes. Mudanças de grades curriculares, ensino de inovação,
robótica e imersão em Internet. Nossos alunos estão cada vez mais
digitais, mas as escolas não têm, apesar do crescimento galopante de
preços de suas mensalidades e taxas diversas, crescido no ranking
comparativo com as demais escolas de ponta do Nordeste. Bem aí na nossa
vizinha Teresina, temos escolas com resultados muito superiores,
inclusive no ranking do ENEM. Sempre tive a ideia de que a filosofia da
escola e a própria cultura de estudo dos alunos têm uma ligação com os
costumes da região. Experiências interessantes temos em Sobral, em
Teresina, em Fortaleza, com escolas sempre posicionadas entre as
melhores do país. A impressão que fica é que nossas escolas são mais
caras e menos efetivas na função de preparar os seus alunos.
A bola da vez é a educação bilíngue. Como por passe de mágica, as escolas querem vender a ideia de que as crianças irão falar inglês com alta qualidade a partir dessa nova concepção pedagógica. Como uma criança da oitava série, por exemplo, será subitamente imersa numa metodologia que não foi preparada nos anos anteriores? Outro dado importante: o ensino de alta qualidade da língua inglesa demanda turmas pequenas, com poucos alunos. É indiscutível que quanto menores as salas, maior o contato dos professores e a interação entre os alunos, fortalecendo o ensino do idioma estrangeiro. Destaque deve ser dado ao elevado preço dos materiais. Livros de inglês com custos chegando a 1500 reais assustam até os pais mais abastados, porque ninguém está convencido que a qualidade desse ensino bilíngue vai dispensar um curso exclusivo a quem quer ter fluência no idioma. Como deputado e pai, tenho lutado com outros pais e mães, buscando na parceria com o PROCON o caminho para enfrentarmos os abusos das escolas nesta relação, que vão além do bilinguismo. Não podemos esquecer da venda casada de materiais e dos reajustes excessivos e injustificados.
Voltando à minha conversa com Gugu, ele sentou comigo ontem por alguns minutos e começou a fazer as contas. Viu quanto ganhava, lembrou da parcela do apartamento, do custo do condomínio, da conta de energia, do preço do gás, da subida da carne, da prestação do automóvel, do custo da gasolina, do IPVA, do IPTU, do Imposto de Renda, do preço do supermercado, da necessidade de uma previdência privada, do boleto do plano de saúde, de uma reserva pra viajar e não surtar com tanta conta, lembrou do preço do bilinguismo e chegou à conclusão de que ainda não era hora de Guguzinho vir ao mundo.
Repercutiu o vídeo que o deputado Dr. Yglésio gravou para falar sobre supostos abusos praticados por escolas particulares de São Luís. No vídeo publicado ontem (14) nas redes sociais do parlamentar, Yglésio listou os abusos das escolas, especialmente no que se refere à lista de materiais solicitados pelas escolas.
O vídeo circulou no WhatsApp até chegar no grupo dos donos e diretores de escolas privadas em São Luís. Uma diretora chegou a dizer que o deputado Dr. Yglésio estava tolhendo o “direito de propriedade pedagógica” das escolas. “Vender livro não é propriedade pedagógica, principalmente quando o livro é de uma outra editora e uma instituição de ensino como é o caso da Ari de Sá”, rebateu em um novo vídeo.
O deputado Dr. Yglésio adiantou que vai se reunir nesta quinta-feira (16) com Adaltina Queiroga, presidente do Procon. Segue o vídeo:
Na madrugada do último sábado (11) um motorista perdeu o controle do carro e caiu por cima de casas construídas no bairro do Jaracati, a beira da Ponte Bandeira Tribuzzi. O deputado Dr. Yglésio esteve no último sábado e retornou ao local nesta segunda (13) com a Defensoria Pública, representada pelo subdefensor público-geral Gabriel Furtado, para assegurar os direitos das vítimas deste acidente, além de garantir moradia digna para as famílias que estão na encosta da Ponte.
Testemunhas apontam que o motorista apresentava sinais de embriaguez. Este não é primeiro caso. Outro acidente aconteceu na mesma região, só que do outro lado da avenida. Em setembro, um motorista provocou um acidente que vitimou cinco pessoas, duas estavam no carro junto com o motorista, enquanto as demais estavam na porta de casa.
Os problemas para estes casos recorrentes vão da imprudência do motorista, da segurança da via, além da falta de política eficaz de moradias seguras. Neste primeiro momento para assegurar os direitos das vítimas, o deputado estadual Dr. Yglésio está mediando junto com a Defensoria Pública do Maranhão um acordo de danos materiais entre o motorista que causou o acidente a família afetada.
Para o defensor Gabriel Furtado, esta etapa de danos materiais pode correr ser resolvido mais rápido se houver entendimento entre as partes. Paralelo a isso, é importante também garantir a segurança de todos os moradores daquela região, da mesma forma que foi feito no local do acidente de setembro de 2019.
E um terceiro ponto também precisa ser resolvido. É questão da qualidade da moradia destas pessoas em um futuro endereço. Muitos destes moradores já foram contemplados em programas do Minha Casa, Minha Vida, mas por diversos fatores não fazem a mudança, como por exemplo a presença de escola para seus filhos, transporte público e distância do trabalho. Para isso, também será intermediado para que seja assegurado que o novo endereço tenha as garantidas de qualidade na moradia. A família atingida, por exemplo, tem uma casa no Residencial Morada do Sol, no Maracanã, mas pelos motivos citados anteriormente relutam em não sair do atual endereço.
Membro da Comissão de Segurança Pública de Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado estadual Dr. Yglésio se posicionou sobre a onda de ataques à agentes penitenciários. Hoje, 03 de janeiro, o auxiliar Penitenciário Carlos Augusto foi assassinado em frente ao Banco do Brasil da Cohab. Há um mês, em 02 de dezembro, Anderson Bernardes havia sofrido uma tentativa de homicídio ao sair de casa, na Vila Verde. E ainda na semana passada, 29 de dezembro, o auxiliar Antônio Magno foi assassinado na porta de sua residência.
Em nota distribuída à imprensa, o deputado disse que as duas mortes e uma tentativa de homicídio “são um atentado à Segurança Pública do nosso Estado e a todos os cidadãos maranhenses”.
Confira a nota na íntegra
O deputado estadual Dr. Yglésio, membro da Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa, externa seu pesar aos amigos e familiares do Auxiliar Penitenciário Carlos Augusto, assassinado hoje, dia 03, em frente ao Banco do Brasil na Cohab. Há um mês, no dia 02 de dezembro o agente penitenciário Anderson Bernardes sofreu uma tentativa de homicídio quando saia de casa no bairro Vila Verde. Ele foi abordado por dois homens em uma motocicleta. Na semana passada, dia 29, o Auxiliar Antônio Magno foi assassinado na porta de sua residência. As mortes e a tentativa de homicídio destes profissionais são um atentado à Segurança Pública do nosso Estado e a todos os cidadãos maranhenses. Neste momento de dor nos solidarizamos com os familiares e amigos, e solicitamos as autoridades competentes, as providências necessárias que o caso requer, especialmente uma rápida e eficiente investigação para que os responsáveis pelo crime bárbaro sejam punidos, tendo em vista o sistemático ataque a vida dos profissionais de segurança pública do Maranhão.
Médico,
professor universitário e deputado estadual
Desde os dois
anos e meio de idade, comecei a estudar na escola e de lá nunca mais parei de ter
como meta o aprimoramento intelectual. Por conta da fragilidade financeira da
minha família naquela época e extremamente pautado pelos estímulos maternos de
estar sempre em destaque, creio que me tornei uma pessoa com raízes muito
competitivas. Rankings escolares, aprovações em primeiro lugar em vestibulares,
sucesso em mais de vinte concursos públicos, doutorado antes dos 30 anos,
alcançar esses resultados era o que fazia sentido na minha vida até alguns anos
atrás. Fato é que ano que vem completarei 40 anos de idade. A considerar a
expectativa de vida de um brasileiro de classe média, posso dizer que avanço
para a segunda metade da vida. Feliz por tudo que Deus me oportunizou e
extremamente grato pelo resultado das coisas em minha vida, assim sigo adiante.
Carl Jung, pai
da Psicologia Analítica, costumava dizer que um homem vive até os 40 anos uma
interação com a realidade completamente diferente daquela que viverá após os
40. É grande a possibilidade de ocorrer uma mudança de comportamento ou da
forma que um ser humano experimentará a percepção da realidade. Esse processo
complexo foi descrito por Jung pelo termo metanoia. Comportamentos extremamente
extrovertidos podem migrar para uma introversão completa e o contrário também é
verdadeiro. Se pudesse resumir toda essa discussão numa única pergunta com
cunho autobiográfico, ela provavelmente seria: o que mudou na minha forma de
ver a minha vida? Aí, provavelmente responderia:-eu aprendi a perder. É
justamente aí o ponto de virada na minha estrutura emocional. Só um homem que
consegue aceitar de maneira resignada uma derrota e aprender com ela está
preparado para chegar à vitória e transformá-la em um poderoso ativo de
transformação da realidade.
A política é
capaz de transformar vidas, de alcançar gente que antes seria “invisível”. De
certa forma, eu experimento essa sensação há quase duas décadas na Medicina,
mas devo admitir que vivia isso de uma maneira mais restrita, já que a política
oportuniza transformação de vidas em série e, diante disso, afirmo que a
sensação de ser agente da mudança dentro de um sistema tão violento quanto o
nosso sistema político é indescritível. A alegria que sinto por estar deputado
é indizível. Ao ano de 2019 e ao Povo do meu Estado, sem ressalvas, só tenho a
agradecer.
Sempre fui
altamente disciplinado nas minhas missões e neste ano consegui concluir o ano
sem faltas na Assembleia Legislativa, ficando, portanto, no primeiro lugar do
ranking de assiduidade. Ficamos também com o primeiro lugar no ranking de
produtividade legislativa da Casa do Povo, com mais de 540 proposições, entre:
indicações, moções, projetos de lei, projetos de resolução legislativa,
projetos de lei complementar, propostas de emendas à Constituição Estadual
(PEC) e emendas a projetos de outrem. Não apenas tivemos preocupação com
números, colocamos a qualidade das proposições como requisito chave, o que nos
fez aprovar boa quantidade de projetos, inclusive com promulgação da emenda
constitucional que legitimou a Iniciativa Popular para propositura de PEC’s;
sem dúvidas, um grande avanço na vivência democrática e participação popular no
Estado. Não poderia falar do trabalho e deixar de enumerar a quantidade de
relatorias (ao todo foram 90), distribuídas entre a Comissão de Constituição e
Justiça e a Comissão de Saúde.
No tocante à
cidade de São Luís e seu papel metropolitano, discutimo-la ativamente na ALEMA
e promovemos audiências públicas sobre metropolização, abastecimento de água e
realizamos, com inegável ineditismo, o 1º Fórum Maranhense de Mobilidade
Urbana, para discutir a problemática de transporte e mobilidade em nossa
cidade. Fizemos a indicação do projeto “Beira-Mar de todos” e realizamos também
a audiência pública, visando ampliar a ocupação do Centro aos domingos, por
acreditar que o estímulo ao sentimento de pertencimento é o melhor caminho para
resgatar nossa memória cultural e preservar o nosso patrimônio histórico. Como
ludovicense nato e apaixonado por esta cidade, tenho certeza que há muito ainda
a caminhar, mas há convicção que primeiros passos firmes foram dados.
O final de
todo ano costuma deixar no ar um clima de nostalgia- não para mim! Posso
resumir este ano em 3 palavras:
trabalho, gratidão e amor. Ao final do nosso primeiro ano de mandato,
jamais me poderia permitir qualquer sentimento de melancolia e muito menos
achar que é o fim, ao contrário, sinto-me completamente eletrificado e renovado!
Que venha o próximo ano não como um começo, mas sim como a continuidade dessa jornada
de luta, esperança e fé! Desafios pela frente haverá sempre! Venceremos alguns
muitos, perderemos alguns (poucos, espero), mas o coração está pronto pra
manter a ternura e a mente segue focada para desenvolver o melhor trabalho
possível. Na Assembleia Legislativa, seguiremos
firmes por um Maranhão cada vez melhor para se viver, apresentando projetos que
realmente possam fazer diferença na vida das pessoas. Legislar por um Maranhão
justo e que consiga de fato enxergar os invisíveis. Mais do que legislar,
representar estes invisíveis! Caro 2019,
adiósamigo !Gracias!“Hasta la
victoria siempre!”